Cia. Teatral Pequenos Grandes Atores – Em setembro: Mostra Pequenos Grandes Atores, aguardem…

Sabe qual o motivo da animação dessa galera? É que à partir do mês que vem, teremos uma programação com muuuuita coisa maravilhosa!!
🎭🎬🙌🏻🍀

📸: @douglaspitonph

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A praia e a montanha paulistas

O objetivo deste artigo é escrever sobre dois pontos turísticos brasileiros, um situado em uma bonita praia e o outro localizado na montanha.

No litoral falarei sobre a Praia Grande, em Ubatuba, litoral norte do estado de São Paulo. O ponto turístico escolhido na montanha será Campos do Jordão, que fica próximo de São Paulo, capital.

A Praia Grande de Ubatuba caracteriza-se por ser uma praia com fortes ondas, o que a torna muito procurada para a prática do surf. A sua areia é bastante macia e branca e a orla marítima é recheada de quiosques que vendem os mais variados produtos, como o côco, porções de peixes, salgadinhos e outros aperitivos.

O local é bastante seguro, pois tem postos de salva-vidas a cada quinhentos metros. Todas as manhãs os turistas podem fazer um agradável passeio de escuna, que sai as dez horas rumo à Ilha Anchieta. Essa ilha é tombada pelo Patrimônio Histórico e é considerada uma área de preservação ambiental. Lá o Ibama desenvolve o Projeto Tamar, que procura ajudar na reprodução da tartaruga marinha, uma espécie ameaçada de extinção.

A montanha fica localizada a cidade de Campos do Jordão, importante ponto turístico paulista. Esta cidade é muito procurada no inverno e sua atração principal nesta época do ano é o Festival de Inverno de Campos do Jordão. Neste festival vários grupos musicais e eruditos se encontram vindos do país inteiro para apresentarem seus trabalhos nas salas de concerto.

Lá também destacam-se um horto florestal que abriga espécies da flora e da fauna, típicos da montanha brasileira. Os turistas também podem se divertir fazendo o passeio do bondinho, que liga duas montanhas muito altas.

Espero que todos os leitores tenham curtido essas dicas e boas férias!

Escrito em dezembro de 2002

Advertência

amo as frases densas porque aprecio também as diluídas. guardo admiração pelas sentenças abertas, cheias de ar e fumaça, uma bruma que me permite sair daqui para outros lugares. valorizo as palavras reunidas com todo o cuidado para dizer claramente o que se quer dizer. também prezo os termos esparramados ao acaso, para fazer pouco de nossa obsessão pela ordem e pela perfeição. sim, respeito a frase eterna e atento para aquela que não dura. exorto a palavra que se constrói porque – e sobretudo – trabalho na palavra que se destrói. assim há sentido em escrever.

(In “Cartas da alteridade”, Selo Demônio Negro, 2020)

Sobre autor

Edney Cielici Dias, poeta devotado ao ofício da palavra, é doutor em ciência política, economista, jornalista e editor.

Selo Demônio Negro

R$ 52,90

Frete grátis para todo o Brasil

www.facebook.com/cartasdaalteridade

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En medio del camino

Quadro na parede e que faz parte da coleção do vanguardista Gilberto Mansur. Ele criou a Cachaça Espírito de Minas nascida na fazenda Santa Luzia localizada na pequena São Tiago no interior de Minas Gerais próximas às cidades históricas de São João Del Rei e Tiradentes. O nome dessa tradicional cachaça criada por Mansur foi inspirado na frase “Espírito de Minas me visita” que abre o poema “Prece de Mineiro no Rio” de Carlos Drummond de Andrade em que o poeta evoca as lembranças e o estilo de vida de sua terra. Além de ter sido um dos pioneiros a desenvolver a categoria de cachaça premium no Brasil desbravando e trazendo novidades para esse mercado, Mansur sempre valorizou bastante o jeito mineiro de ser e as coisas boas de lá. Assim a Cachaça Espírito de Minas reúne a poesia, o “espírito” de Minas e o gostinho do Brasil.

En medio del camino había una piedra,
había una piedra en medio del camino,
había una piedra,
en medio del camino había una piedra.

Nunca me olvidaré de ese acontecimento
en la vida de mis retinas tan fatigadas.
Nunca me olvidaré que en medio del camino
había una piedra,
había una piedra en medio del camino
en medio del camino había una piedra.

Carlos Drummond de Andrade (Itabira, Minas Gerais, 31 de outubro de 1902 — Rio de Janeiro, 17 de agosto de 1987). In “Uma pedra no meio do caminho – Biografia de um poema”. Tradução de Gastón Figueira, Poesia Brasileña Contemporanéa, Instituto de Cultura Uruguayo-Brasileño, 1947, p. 43, Editôra do Autor, 1967

Isabel Cordeiro: Um delicioso final de férias na minha cidade natal – Livramento, Bahia

A bagagem que trago de volta está cheia de carinho, lembranças de pessoas queridas, lugares lindos e situações de plena contemplação, que só aconchego da família e das duas cidades que amo, Livramento e Rio de Contas, poderiam me dar. Momentos únicos, com minha amiga Maira…

No canto do passarinho ao amanhecer.

Na prosa com a vizinha

No moleque que corre as ruas de pedra

Nas mais belas palmeiras à beira da estrada

No cheiro de mato

Na poeira da estrada de terra

No ranger da ponte de tábua

Na criança que trazia na garupa da bicicleta

Na rima da menina que gritava “chicotinho queimado? É bom, é bom”

Nas longas caminhadas até a beira do rio

Na elegância da cachoeira

Na garotinha que soletrava o alfabeto baiano

Nos passeios entre os casarões, vielas e ruas de pedras

E, ao entardecer, a cadeira na porta, os causos com pessoas que aprendemos a admirar.

Para tudo isso, um até breve

Fotos e texto de Isabel Cordeiro, professora da Jacarandá berçário e educação infantil

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