Marinaldo Santos nasceu em Belém do Pará, em 1961. Artista plástico e admirador da vida. É também pintor e desenhista autodidata. Em 1987 começou a realizar exposições individuais e coletivas, participando de mostras em todo o país e no exterior (Alemanha, Estados Unidos, Holanda, França). Recebeu inúmeros prêmios, entre eles o Grande Prêmio do Salão de Artes do Pará.
“Sou por mim e por aqueles para quem a sede ébria de liberdade presenteia tudo comigo, e também por todos, porque a todos amo — amor. Estou entre os mais nobres e entre aqueles que correspondem. Aquele que mais corresponde Sou humano, amo a morte e amo a vida.”
(1910)
Sol
“Provar o rubor, cheirar os sonolentos ventos brancos, olhá-lo no universo: sol. Contemple as estrelas amarelas e brilhantes, até você se sentir bem e ter que bloquear o piscar. Mundos cerebrais brilham em suas cavernas.”
Célebre estrofe publicada na coletânea Ich ewiges kind (Eu, eterno menino)
Egon Schiele (Tulln an der Donau , Áustria, 12 de junho de 1890 — Viena , Áustria, 31 de outubro de 1918) foi um pintor expressionista austríaco. Esses poemas refletem a mesma intensidade visceral de sua arte visual, explorando o corpo, a liberdade e a agonia da existência. Escritos no início do século XX, seus textos ganharam publicações póstumas e traduções internacionais
Marilyn Monroe, 100 anos, foi uma atriz, modelo e cantora norte-americana. Como estrela de cinema de Hollywood, é um dos maiores símbolos sexuais do século XX, imortalizada pelos cabelos loiros e as suas formas voluptuosas. Inicialmente, ficou famosa por interpretar personagens cômicos, tornando-se sucesso no cinema.
Marilyn casou-se três vezes e Arthur Miller (Harlem, Nova Iorque, Estados Unidos, 17 de outubro de 1915 – Roxbury, Connecticut, Estados Unidos, 10 de fevereiro de 2005), com quem foi casada de 1956 a 1961, aparece nessa foto acima com ela. Esse renomado dramaturgo norte-americano foi com quem a atriz teve o casamento mais longo, terminando em divórcio no ano anterior a morte dela.
Marilyn Monroe, nascida Norma Jeane Mortenson (Los Angeles, Califórnia, Estados Unidos, 1 de junho de 1926 – 4 de agosto de 1962)
Lo azul, lo azul se elevó, se elevó y cayó. Lo puntiagudo, lo sutil silbó y penetró, pero no perforó. En todos los rincones retumbó. Lo pardo espeso permaneció suspendido aparentemente por toda la eternidad. Aparentemente, aparentemente. Debes separar más tus brazos. Separarlos más. Separarlos más. Y cubre tu cara con rojo paño. Puede que ello no se perturbe en modo alguno y que sólo tú te perturbes. Blanco salto, después de blanco salto. Y después de ese blanco salto, un blanco salto. No está precisamente bien que no veas lo turbio: en lo turbio estribas justamente eso. Pues allí comienza todo — — reventó
Wassily Kandinsky (Moscou, Império Russo, 16 de dezembro de 1866 — Neuilly-sur-Seine, França, 13 de dezembro de 1944), foi um artista plástico russo, professor da Bauhaus e introdutor da abstração no campo das artes visuais. Apesar da origem russa, adquiriu a nacionalidade alemã em 1928 e a francesa em 1939.[1]Traducción de Alcira Nélida Baixio. Traducción de Alcira Nélida Baixio. In “Mirada retrospectiva y otros textos 1912-1922”. Buenos Aires. Emecé Editores. 1979
a palavra é a consanguinidade divina ininterrompida na persistência de uma miragem melancólica antagônica e cubista o que vejo agora são as palavras no espelho folhas vestidas de verdes intensos renascendo ao corte rente ao chão porque a vida sempre vence mãe a vida nunca se põe
Luis Osete (Cardeal da Silva, Bahia e radicado em Petrolina – Pernambuco). In “Maracujá interrompida”, Recife: Companhia Editora de Pernambuco – Cepe, 2025. Foi o vencedor do Prêmio Jabuti 2025, na categoria Escritor Estreante – Poesia, do Eixo Inovação e essa obra foi também a grande vencedora do 8º Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura. Trata-se de “um longo poema sobre a suspensão e a elaboração do luto materno, em que o eu lírico observa a grande perda refletida na paisagem, travando um diálogo com a ausência presente”
Mestre Vitalino. Fonte: Casa Museu Mestre Vitalino, situada no Alto do Moura – PE. Vitalino Pereira dos Santos (Caruaru – PE, 1909 — 1963) foi um artesão. Ele nasceu no sítio Ribeira dos Campos, Caruaru – PE, a 10 de julho de 1909 e morreu a 20 de janeiro de 1963, na sua residência – nessa mesma cidade, aos 54 anos, vítima de varíola.
Mama Mundi Índio oriundi Desse mundão sem porteira Tem a flecha certeira Mas tudo move e muda Mudar me ajuda Mas me confunde Mama Mundi Chamo e responde Mas ainda esconde seu leite Mama eu peço que aceite Flores na minha cantiga E mais me diga E mais me aponte O mapa que traço agora É amor de menino Mama Mundi me ensina Pra onde seguir Mãe de gagarin Mãe de Mestre Vitalino Me nina, Mama Mundi
Chico César (Catolé do Rocha, Paraíba, 26 de janeiro de 1964) é um cantor e compositor brasileiro, conterâneo de Chico Ferreira, ceramista divulgado pela Galeria Pontes, onde trabalho
Quando da passagem do centenário do nascimento do artesão, a 10.07.2009, a Prefeitura de Caruaru – PE, fincou ao lado do Museu Mestre Vitalino, uma placa fundida em metal, com esta mensagem:
“No princípio, o barro adormecido.
Em Vitalino às mãos do criador.
O barro desperta, se faz beleza.
Retrata a vitalidade de um povo.
Vitalino é o artista.
E a arte ganha um mestre, para a eternidade…”
Fonte: “Facetas culturais – Música, literatura, sociedade”, site de Francisco Gomes, professor efetivo da rede estadual de ensino (AM) e advogado e de Winnie Barros, filha de Francisco Gomes e psicóloga.