Nascido em 4/4/1990 em São Paulo – SP com má formação congênita. Sempre incentivado por seus pais e sua tia Socorro, pinta desde os 6 anos de idade. Para Daniel, a arte significa um sonho sem limites. Às vezes pinta até a madrugada do dia seguinte. Conquistou com muito orgulho sua carteira de habilitação, pratica natação e é palestrante motivacional.
Estilo de pintura: Com a boca e o pé Técnica: Acrílica e aquarela Título da obra: “Festa junina”
APBP Brasil Arte A APBP é parte de uma associação internacional
de artistas que, devido à sua deficiência física, pintam belas obras de
arte com a boca ou os pés.
“Olá, Meu nome é Mariana Volf, sou psicóloga clínica especializada no atendimento de mulheres. Meu trabalho é facilitar esse caminhar, auxiliando-as a refletir sobre suas escolhas e as consequências ligadas a elas. Meu olhar é sempre de acolhimento, empatia e sem qualquer julgamento. Que tal eu caminhar contigo nesse percurso? O atendimento é on line.”
Começo lembrando de um poema do Drummond, chamado “Carta”, que começa assim: “Há muito tempo, sim, que não te escrevo”. Não recito mais, pois aprendi que não devemos procurar na poesia drummondiana esperança, pois não encontraremos. Afinal, ele é o autor do “Soneto da perdida esperança”: “Perdi o bonde e a esperança./ Volto pálido para casa.” Encontramos sim, coisas caídas do mundo, as ilusões, os desejos insatisfeitos, as memórias despedaçadas, as sobras que não existiriam sem o sol acima. Aprendi isso em um artigo do Daniel Piza que sintetiza bem o mundo do poeta Carlos.
Em uma noite de quarta-feira, 21 de julho de 2004
A musicalidade difundida pela cultura dos mestiços do sertão e a percussividade de Leon Adan é um marco entre a tradição e a contemporaneidade, principalmente com a participação especial do Nilton Junior, ambos pernambucanos, Leon Adan e o fundador do Coco de Toré Pandeiro do Mestre celebram neste lançamento, o ritual da força da natureza, a ciência ancestral e a potência eletrônica com a produção musical assinada por Leo Gumiero.
“Eu já havia visto vários shows do Nilton Junior e marcou demais o início da minha trajetória como artista e influenciou a minha sonoridade. Estando fora da minha terra e retomando o meu processo artístico, ao assistir um show dele em Curitiba, percebi ele como essa potência completamente distinta daquilo que eu vivenciava no sul. A conexão dele com a tradição e a forma como ele se dedica a cultura popular para manter viva esta história, tocando e ainda cantando, é uma potência inspiradora para a composição desta canção”, rememora Leon Adan sobre a composição realizada em 2019.
Enaltecidos pela ancestralidade afro-indígena e a cultura popular, o single é uma declaração poética sobre a certeza de dois artistas que entendem a necessidade de mostrar para novos públicos o quanto o atual momento da música também pode ser influenciado pela riqueza dos povos e das culturas originárias.
“O Nilton é descendente dos Xukuru que é uma etnia indígena presente em Pernambuco. Então, a música fala sobre a ancestralidade e a cultura popular. E essa relação do maracá que é um símbolo dos povos indígenas do nordeste pela manifestação do ritual do toré é uma simbologia muito importante para a ritualidade e para a comunicação entre o mundo dos espíritos e dos homens. Então, é extremamente significativo para mim”.
Ficha Técnica de Meu Maracá
Composição: Leon Adan Produção musical: Leonardo Gumiero Voz: Leon Adan; Nilton Junior Percussões: Leon Adan; Nilton Junior Sintetizadores: Leonardo Gumiero Vocais: Dayá, Júlia Moretti e Paula Quintella Arte de capa: Leco Brasileiro Foto: Amanda Sartor Marketing Estratégico: Patrícia Vaz Assessoria de imprensa: Cabana Assessoria
Crédito: Amanda Sartor
Música indicada para o blog pela artista pernambucana Rosário Carvalho, que comenta: “A propósito ele é meu filho (Leon Adan), não sei se tinha falado antes. Gostei muito do texto. Grata amigo”.