Daniel Ferreira: Associação dos Pintores com a Boca e os Pés (APBP)

Daniel Rodrigo Ferreira da Silva

👨‍🎨 Artista plástico da APBP
🗣 Palestrante

Nascido em 4/4/1990 em São Paulo – SP com má formação congênita. Sempre incentivado por seus pais e sua tia Socorro, pinta desde os 6 anos de idade. Para Daniel, a arte significa um sonho sem limites. Às vezes pinta até a madrugada do dia seguinte. Conquistou com muito orgulho sua carteira de habilitação, pratica natação e é palestrante motivacional.

Estilo de pintura: Com a boca e o pé
Técnica: Acrílica e aquarela
Título da obra: “Festa junina”

APBP Brasil
Arte
A APBP é parte de uma associação internacional de artistas que, devido à sua deficiência física, pintam belas obras de arte com a boca ou os pés.

Contatos:
APBP – Rua Tuim, 426 – Moema – São Paulo/ SP – CEP: 04514-101
(11) 5053-5100
apbp@apbp.com.br
https://apbp.com.br/home

Mariana Volf: Psicóloga de mulheres

Que tal dedicar um pouco do seu tempo nesse novo ano para se conhecer e diminuir sua angústia e sofrimento?

https://www.instagram.com/marivolfpsicologa/profilecard/?igsh=Njg2N2RtNW5tMWUy

“Olá, Meu nome é Mariana Volf, sou psicóloga clínica especializada no atendimento de mulheres. Meu trabalho é facilitar esse caminhar, auxiliando-as a refletir sobre suas escolhas e as consequências ligadas a elas. Meu olhar é sempre de acolhimento, empatia e sem qualquer julgamento. Que tal eu caminhar contigo nesse percurso? O atendimento é on line.”

Mari Volf (@marivolfpsicologa) – Psicologia e Amamentação

Psicóloga de mulheres: Gestação e pós parto

Infertilidade
Amamentação
Relacionamentos
Autoconhecimento e autoestima

CRP 06/189863

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Contato: https://bit.ly/4c6QEva

Redes sociais: https://bit.ly/4ex2wbu

Indicada para divulgação no blog via WhatsApp pela sua mãe e minha amiga, Celeide Volf.

De uma carta já escrita…

Começo lembrando de um poema do Drummond, chamado “Carta”, que começa assim: “Há muito tempo, sim, que não te escrevo”. Não recito mais, pois aprendi que não devemos procurar na poesia drummondiana esperança, pois não encontraremos. Afinal, ele é o autor do “Soneto da perdida esperança”: “Perdi o bonde e a esperança./ Volto pálido para casa.” Encontramos sim, coisas caídas do mundo, as ilusões, os desejos insatisfeitos, as memórias despedaçadas, as sobras que não existiriam sem o sol acima. Aprendi isso em um artigo do Daniel Piza que sintetiza bem o mundo do poeta Carlos.

Em uma noite de quarta-feira, ‎21‎ de ‎julho‎ de ‎2004