Um ano do lançamento de “Cartas da alteridade”

NENHUM MILAGRE É PEQUENO

o rumor da chuva cindiu o silêncio
esvaneceu o calor da noite sufocada
gotas caíam do céu, aroma de vida
consistência ao pó que se arrastava
tome para ti o trivial ocorrido
não questiones, nem te acanhes:
se notas, o milagre não é pequeno

(In “Cartas da alteridade”, Selo Demônio Negro, 2020)

Sobre autor

Edney Cielici Dias, poeta devotado ao ofício da palavra, é doutor em ciência política, economista, jornalista e editor.

Selo Demônio Negro
R$ 52,90
Frete grátis para todo o Brasil

www.facebook.com/cartasdaalteridade

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Miguel dos Santos: Mãe dourada e Aurora

Nascido em 1944 em Caruaru-PE, reside e trabalha desde 1960 em João Pessoa. Considerado um dos maiores ceramista do país, é também pintor. Participou de dezenas de exposições individuais e coletivas em importantes galerias e museus no Brasil e no exterior – Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, João Pessoa, Brasília, Argentina, Bélgica, Chile, Colômbia, Dinamarca, Estados Unidos e Nigéria. Cria esculturas personalíssimas, com forte influência africana e do imaginário das lendas nordestinas, explorando com competência a composição figurativa de animais míticos e fantásticos. Característicos de seu trabalho são os totens, que chegam a medir 3 metros de altura. Suas peças são realizadas com o barro da própria região onde trabalha e queimadas em forno elétrico de alta temperatura. Participou do Movimento Armonial, criado por Ariano Suassuna, junto com outros artistas e intelectuais nordestinos. Miguel é autor de um magnífico painel cerâmico na fachada da sede do edifício da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba e três de seus totens decoram os jardins do Sítio Burle Marx, no Rio de Janeiro.

Contatos:
www.facebook.com/miguel.domingosdossantos
www.instagram.com/migueldossantos_
miguelddossantos1@gmail.com
WhatsApp: (83) 9 8744-5474

Marinaldo Santos: Produção recente

Marinaldo Santos nasceu em Belém do Pará, em 1961. Artista plástico e admirador da vida. É também pintor e desenhista autodidata. Em 1987 começou a realizar exposições individuais e coletivas, participando de mostras em todo o país e no exterior (Alemanha, Estados Unidos, Holanda, França). Recebeu inúmeros prêmios, entre eles o Grande Prêmio do Salão de Artes do Pará.

Contatos:
www.instagram.com/marinaldoartes
marinaldo.artes@hotmail.com
WhatsApp: (91) 9 9145 5415
marinaldoartes.wixsite.com/marinaldoartes

Chegamos a 100 mil páginas visitadas

O blog “Redescobrindo”, que iniciou-se em 2005, alcançou a marca dos 100 mil acessos nesse mês de novembro. Viva! Ele já tem 6.863 visitantes únicos, 624 posts publicados e 192 comentários aprovados. “Redescobrindo” originalmente foi o título de meu livro de poesia aqui publicado na íntegra. Além dele tenho postado ao longo desses 16 anos algumas pinturas minhas e outras matérias variadas que julguei interessantes ao internauta. Esse painel acima mostra minha foto do início do blog e alguns trabalhos artísticos meus.

Muito obrigado pelas visitas e pelo prestígio.

Abraços e retornem sempre,

Eduardo Matosinho

Cia. Teatral Pequenos Grandes Atores de volta ao SPAC: Reapresentação da peça teatral “Festa”

“Estamos de volta!! Dia 20/11, sábado, faremos uma apresentação da peça “Festa”, no Festival ACESC. Será no clube SPAC, às 20h00. Quem quiser assistir, é só passar o nome in box (Instagram logo abaixo), que colocamos na lista de convidados.
Estamos muito felizes de poder voltar ao palco, e a presença do público é muito importante pra dividir essa alegria! Venha comemorar com a gente! 🌟🍀❤️🙏🏻”

Texto acima e direção: Profª. Danielli Guerreiro (A peça conta com a participação de João Alexandre Matosinho)

SPAC – São Paulo Athletic Club (Clube Inglês)

Rua Visconde de Ouro Preto, 119, Consolação – CEP: 01303-060 – Telefone: (11) 3217-5944

Veja mais em: www.instagram.com/pequenosgrandesatores

Carmézia Emiliano: Mostra do 31º Programa de Exposições

Carmézia Emiliano (Maloca do Japó, Normandia, Roraima, 20 de abril de 1960) é uma artista plástica brasileira contemporânea. Indígena da etnia Macuxi, é considerada uma expoente da Arte Naïf, tendo participado das edições de 2014, 2012, 2010 e 2008 da Bienal Naïfs do Brasil. Ela pinta essencialmente representações do cotidiano indígena em Roraima.

Nascida na comunidade indígena de Maloca do Japó, mudou-se para Boa Vista (Roraima) em 1990, para trabalhar como empregada doméstica. Começou a pintar de forma autodidata a partir de 1992. Em 2005, conheceu Augusto Luitgards, que se tornou seu marchand e levou suas obras a circularem pelo país, participando de exposições e recebendo premiações.

Suas obras estão participando no momento da Mostra do 31º Programa de Exposições no Centro Cultural de São Paulo, Piso Caio Graco, exposição essa que se iniciou em 6 de novembro e seu horário de visitas é das 15 às 19 horas.

A indicação dessa artista para o blog veio de Gejo, O Maldito, que já visitou a mostra e recomenda.

Luli Hunt: Gravuras recentes

Luli Hunt atua há mais de 20 anos no setor artístico e cultural, trabalhando com galerias de arte, atelier de artistas, equipamentos culturais (MASP, Pinacoteca, Museu Paulista, entre outros) e em projetos culturais independentes. Sua empresa (Cidadania Corporativa) atua em diversos segmentos da produção cultural, desde a formatação de projetos para as leis de incentivo fiscal, produção integral do eventos, administração financeira e prestação de contas, atendendo clientes como Grupo Brasfanta, Bombril, Instituto Tomie Otake, Instituto de Arte Contemporânea, Museu Lasar Segall, SISEM, etc. Realiza, também, estudos e planos de marketing cultural para empresas.

Contatos:
www.facebook.com/lulihunt
www.instagram.com/lulihunt
projetos@lulihunt.com.br
Fones: (11) 3865-3160 ou (11) 2495-5670

Primeiro episódio da websérie “Peripécias Menopáusicas”

“Amigos,
Desejo que estejam bem e saudáveis. Tomo a liberdade de lhe encaminhar o primeiro episódio da websérie “Peripécias Menopáusicas”. Uma produção independente, em 15 episódios semanais, que aborda com humor e informação um tema que é invisibilizado e cheio de tabus: o climatério e a menopausa.
Atualmente, no Brasil, são cerca de 16 milhões de pessoas vivendo essa etapa da vida. A OMS estima que em 2030 serão cerca de 1 bilhão de pessoas na menopausa.
Curta, comente, e, principalmente, compartilhe com amigos, parentes ou pessoas que possam se interessar. Sua contribuição na divulgação é essencial para a relevância que o tema merece.
Todas as semanas teremos lives com as especialistas que participaram dessa temporada trazendo informações e esclarecendo dúvidas sobre o assunto.
Inscreva-se e venha conosco nessa corrente!
📌 instagram.com/peripeciasmenopausicas
📌 facebook.com/peripeciasmenopausicas”

Joca Paciello: Formado em Economia pela USP, empresário, produtor e agente cultural e sócio-diretor da empresa Black River Produções Artísticas.

Irene Koga: Novidades da série “Mãos à obra”

Irene Koga

Nascida em 1946 em Santo Antônio da Platina – PR. Artista Plástica de Ourinhos – SP e atuante junto às artes visuais.

Irene Pereira de Oliveira Koga é uma artista nata e aos 12 anos de idade já pintava seus primeiros quadros, tornando-se uma destacada artista do Impressionismo, do Expressionismo e do Abstrativismo brasileiros dos últimos tempos. Dona de uma personalidade única, uma criatividade enorme e uma boa dose de ousadia, Irene se fez grande artista. Ela também foi atriz e cantora. Possui quadros disputados internacionalmente e obras presentes nos lares de muitas personalidades, como o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, Hebe Camargo, Vânia Bastos, Neide Tomas, Ray Conniff e mais de 600 obras espalhadas pelo exterior. Suas pinturas hoje constam no dicionário Artes Plásticas Brasil e Brasil Visão Artística.

Contatos:
www.facebook.com/irene.koga.75
www.instagram.com/i.koga123
WhatsApp: (14) 9 9701-9272 ou (14) 9 9889-1493

Relançamento do livro de Fernando Pacheco Jordão “Dossiê Herzog: prisão, tortura e morte no Brasil”

O Instituto Vladimir Herzog (IVH) lançou no sábado (23/10), a 7ª edição do “Dossiê Herzog: prisão, tortura e morte no Brasil”. Além do texto original de Fernando Pacheco Jordão, a obra homenageia os milhares de colegas de profissão de Vlado que, em 1976, encaminharam à Justiça Militar o Manifesto “Em nome da verdade”, cobrando esclarecimentos sobre as circunstâncias da morte de Herzog, forjada pelos agentes da ditadura.

O livro traz ainda relatos de jornalistas que não puderam assinar o Manifesto à época, pois estavam presos ou sendo perseguidos. Trata-se, portanto, da publicação mais completa sobre o Caso Herzog, o que a torna um símbolo para a luta pelos direitos humanos e fortalecimento da democracia brasileira.

O evento de lançamento foi realizado em São Paulo na Praça Vladimir Herzog, Bela Vista, a partir das 10h30.

Rogério Pacheco Jordão, filho de Fernando, relatou que o evento foi muito legal. Esteve presente uma escola municipal de nome “Vladimir Herzog” com cerca de 50 alunos. Foi muito bacana, “foi uma aula a céu aberto”, como disse a diretora da escola. O vereador Eduardo Matarazzo Suplicy (3ª foto) esteve presente e fez um discurso. Compareceram uma centena de pessoas. Essa reedição foi feita pelo jornalista Mauro Malin, que atualiza o livro original de 1979, retomando histórias daquele período, acrescentando notas. Disse também que se em 1979 esse livro tinha o valor de reportagem agora ele se torna um livro de história, paradidático, sobre a história recente do Brasil.

Veja mais em:
www.instagram.com/vladimirherzog