Edney Cielici Dias: Sinais de Saturno – Pedra da Lua

Música & poesia com a participação de Edney Cielici Dias, poeta devotado ao ofício da palavra, é doutor em ciência política, economista, jornalista, editor e autor do livro “Cartas da alteridade” (https://bit.ly/4oqZ1bI). Convite enviado por ele via WhatsApp, onde comenta: “Vou ler poemas do “Cartas da alteridade” no sarau.”

In “Poesia Primata” (https://www.poesiaprimata.com/category/edney-cielici-dias/)
Edney Cielici Dias
SINAIS DE SATURNO #6
21 setembro, 2023
Registro do evento Sinais de Saturno #6, realizado na livraria Ponta de Lança no dia 31/08/2023.
Curadoria e Apresentação: Luís Perdiz e Vanderley Mendonça.
Poesia: Dirceu Villa, Edney Cielici Dias, Fernanda Spinelli e Macaio Poetônio.
Música: Gabriel Edé.
Dirceu Villa, Edney Cielici Dias, Fernanda Spinelli, Luís Perdiz, Macaio Poetônio, Vanderley Mendonça

Livraria Ponta de Lança
R. Aureliano Coutinho, 26 – Vila Buarque, São Paulo – SP
www.livrariapontadelanca.com.br
site@livrariapontadelanca.com.br
Telefone: (11) 9 3309-8687

Poema premiado de Cintia Alves: Língua

Sinto o apalavrar de suas letras
A aproximarem-se lentamente
Sorvendo cada sílaba como mostra
Do verbo que vaza absorvente

Vejo o eclodir da língua em sua boca
A alastrar o que em mim transcende
A carne que o fonema evoca
E a alma que segue cedente

Lambem-se lóbulos, unem-se dentes
Frases harmonizam-se em concento
Vertendo-se preguiçosas pela garganta
Até em meus ouvidos encontrar acento

Vogais escalam minhas pernas
E promovem um movimento desconexo
Seguem envolvendo minhas coxas
Molhando a pele e lambendo o nexo

Jorram as sentenças em meu corpo
Com signos brotando em pevides
Da rima para onde agora zarpo
Do poema que há muito se lapide

Cintia Alves (Pseudônimo: Amadeus) – Nascida em 1972, dramaturga, roteirista, diretora teatral e pesquisadora de acessibilidade estética. Gestora do Museu Vozes Diversas.

Comentário da autora: “O poema Língua me deu o Prêmio Barueri de literatura na categoria Poesia Adulto Residente 2022.”

www.instagram.com/cintiaalvesdramaturga

Tais Sarubi na Casa Ateliê Terapêutica

Tais Sarubi foi minha colega em fins dos anos 90 no curso de pintura ministrado em um Ateliê Livre por Valdir Sarubbi em sua residência localizada na Rua Albuquerque Lins, quase esquina com Rua Baronesa de Itu, São Paulo. Atualmente Tais produz, publica e vende seus trabalhos pictóricos na Casa Ateliê Terapêutica localizada no Guarujá, SP. Na imagem acima vemos primeiramente sua criação “Flow”, que é uma aquarela monocromática, feita basicamente em um único gesto. A intenção da artista foi representar a leveza e o prazer das situações que fluem naturalmente. A segunda obra intitula-se “Rosácea”. Tais comenta que “este pastel era originalmente maior, e em formato retangular. Mas, assim como na vida, é preciso fazer recortes. Não que o excedente fosse ruim, mas o essencial bastava.”

Sobre a Casa Ateliê Terapêutica

A Casa Ateliê Terapêutica é um espaço de produção e promoção de arte autoral, baseada em duas áreas de trabalho: Mentoria artística e psicologia da arte.

A criação da Casa Ateliê Terapêutica é inspirada pela compreensão de que o fazer artístico é um caminho de transformação pessoal e de expressão da criatividade humana.

O ateliê de arte da Casa é uma oficina de construção da identidade artística; produção e comercialização de arte autoral, para todos aqueles que querem se expressar pela linguagem da arte.

O espaço terapêutico da Casa, por sua vez, é uma via de conhecimento pessoal e de projeção profissional, que propõe resultados de autonomia e saúde integral.

Endereço: Rua Montenegro, 18 – Sala 22, Guarujá, SP

Contatos:
www.facebook.com/casa.atelie.t
www.instagram.com/taissarubi
www.instagram.com/casa.atelie.t
taissarubi@gmail.com
WhatsApp: (13) 9 8207-5711
casaatelieterapeutica.com.br

Gustavo Nass: Viagens

“Gustavo Nascimento, 33, nascido em São Paulo, fotografa desde os 15 anos de idade. Tendo morado em cinco países diferentes, teve a oportunidade de desenvolver e apurar seu olhar através de diferentes realidades e diferentes cenários. Acredita que as referencias adquiridas em cada pais que residiu contribuiu para a formação do seu estilo fotográfico. Confrontar diferentes realidades sempre ajuda na captura e formação da imagem.


Fotografia

– A fotografia do senhor na bicicleta foi tirada em Amsterdã. Com um estilo streetphotografy.

– A fotografia das duas senhoras foi tirada em Singapura, durante uma visita ao bairro de Chinatown, um dos pontos turísticos mais famosos do destino.

– A fotografia do menino foi tirada em uma visita que fiz a um vilarejo na regência de Kerinci, ilha de Sumatra/ Indonésia. A viagem à Indonésia, teve como âmbito apoiar/ contribuir e divulgar o turismo sustentável que vem sendo desenvolvido na região. O lucros obtidos com os turistas pela empresa são revertidos diretamente às comunidades locais. Os moradores carecem de conhecimento e estudo, sendo assim, todo turista contribui de uma certa forma com a formação dos guias locais em receber pessoas. É uma iniciativa linda que a empresa (turismo de experiência) que contratei vem desenvolvendo no local; tendo em vista que o destino é muito carente e tem como atividade principal a agricultura. A regência de Kerinci tem muitas belezas naturais, porém o acesso é muito complicado e longo, pois as estradas que levam até lá; são péssimas, e o turismo ainda caminha em passos bem lentos. Foi uma viagem de experiência, onde tive a oportunidade de interagir muito com os locais e entender um pouco sobre a realidade; e sobre tudo, a forma como a sociedade em si se organiza.

– Lhe encaminho mais uma linda fotografia que fiz em Salvador, sendo essa, uma das minhas preferidas. Tenho mais algumas neste estilo, das quais tenho intenção de organizar uma exposição individual.

Caso conheça algum galerista que tenha interesse em conhecer meu trabalho. Fico a disposição!
No mais, agradeço muito o interesse que teve em publicar minhas fotos em seu blog.
Grato.”

Gustavo Nass

Contatos:
www.instagram.com/gustavonass_
WhatsApp: (11) 9 7272-1990

Valdir Ricardo: No Festival Internacional de Pesca Esportiva de Cáceres – MT

“Pescando arte no 40º FIPE, o maior festival internacional de pesca em água doce do mundo, redes de ações e integrações culturais do espaço da ARTEMAT com artistas”.

Valdir Ricardo

Valdir Ricardo Francisco, é natural de São José dos quatro Marcos (MT). Morava com sua mãe e seu padrasto na zona rural. Aos 8 anos de idade foi deixado em um orfanato na cidade de Cáceres-MT, no ano de 1989 foi transferido para outro orfanato na mesma cidade, onde teve acesso a várias denominações artísticas, mediante seus conhecimentos pela arte se apaixonou por artes plásticas, e acredita que a arte é transformadora, pois aquele pequeno jovem desacreditado e julgado pela sociedade como um perdido, ou mais um sem futuro, se apoiou aos ensinamentos da arte, vencendo o pré-conceito, a tristeza e até mesmo a ausência de seus pais, tornando um cidadão com olhar visionário, para a transformação da arte e cultura de uma sociedade com perspectiva de vida. hoje é artista plástico, arte-educador. Licenciatura em artes visuais, pela Unar Araras (SP) e geografia pela UNEMAT Cáceres (MT), especialização em educação para jovens e adultos (EJA). Atualmente é professor da educação básica na disciplina de arte, Seduc, na escola São Luiz em Cáceres-MT.

Contatos:
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vr.artes1@gmail.com
WhatsApp: (65) 9 9954-6766

Almira Reuter: Meu mundo de sonhos “Onde teço e pinto histórias”

Almira Reuter

“A arte é a luz que ilumina a
minha caminhada neste mundo”

Ayreuter, é a assinatura artística de Almira Reuter de Miranda, 77 anos, pintora expressionista, mais conhecida por Almira Reuter, uma apaixonada contadora de histórias. Quando é despertada por um tema, mergulha nas pesquisas e deixa a cargo de suas mãos, tintas, pincéis, linhas, agulhas as narrativas carregadas de emoções e cores. Assim nasceram as séries Carandiru, Juscelino Kubistchek, História da Odontologia, entre outras.

Destaca-se como uma das pintoras mais premiadas do Estado do Mato Grosso. Nasceu em 16 de março de 1946, na cidade mineira de Nanuque, foi criada entre a Bahia e Minas Gerais. Em 1967 mudou-se para Cáceres (MT), onde desbravou corajosamente sertões para se dedicar à agropecuária.

Autodidata, nunca frequentou academia, tampouco estudou técnicas de pintura. Em 1982 se estabeleceu em Cuiabá, capital de Mato Grosso. Aos 40 anos (1986) ingressou no mundo das artes e passou a ser reconhecida por apreciadores e críticos de renome, como Aline Figueredo, João Spineli e José Serafim Bertoloto. No ano 2000, fez uma exposição individual intitulada “Reminiscências de Cuyabá”, destaque que ganhou uma tiragem de 15 mil cartões telefônicos com as telas da exposição. Foi citada como referência na obra “Incomum”, de Jacob Klintowitz. Realizou exposições e participou de coletivas no Brasil e no exterior: em Londres, na Canning Hourse Gallery, Inglaterra, na Art Expo New York, na Ava Galleria, Nova York, Estados Unidos, na Casa da Cultura, “A Via Sacra”, Cairo, no Egito e em Roma, na Galeria Tibaldi Arte Contemporânea, “Memórias do Brasil – Imigração Italiana no Brasil”, Itália.

Destacou-se em salões e ganhou vários prêmios entre eles o intitulado “Obras Primas”, da Funarte, pela exposição em Brasília, tratando do episódio Carandiru. A artista ousa experimentar diversas técnicas e materiais como estopa, seda, chitão, filó, barbante, aço, papel, metal, barro, tecido. Fez esculturas, instalações, criou bonecos de pano dentre outros elementos que ganham vida e forma em suas mãos criativas. Almira busca se reinventar a cada dia sem perder a magistral caligrafia.

Trabalhou temáticas como drogas, política e corrupção, mostrando que a arte é seu peculiar instrumento de manifestação. Atualmente, mora no Balneário Camboriú, Santa Catarina, onde se reinventa a cada dia e começa uma nova fase na arte têxtil, que a artista denomina “tramas”.

Contatos:
www.facebook.com/almira.reuter
www.instagram.com/almira_reuter
almirareuter88@gmail.com
WhatsApp: (65) 9 9924-0469

Encerra-se a temporada de sucesso da peça “O artista morre no final”

Hoje, 25/06, encerra-se a temporada de sucesso da peça teatral de meu filho João Alexandre “O artista morre no final”, mais uma super produção da Cia. Teatral Pequenos Grandes Atores. Na foto acima estamos eu e a minha esposa Luiza prestigiando mais um espetáculo da trupe. Abaixo comentários feitos pela companhia em seu Instagram (www.instagram.com/pequenosgrandesatores):

“Temporada de 09 a 25 de junho, sextas e sábados às 20h00 e domingos às 18h00, na Bibli-Aspa, Rua Baronesa de Itu, 639, Higienópolis.

“Os membros da família Alberman estão em luto. Ninguém imagina quem possa ter interrompido vida e carreira de uma pessoa tão bacana, talentosa e inofensiva. O público é convidado a testemunhar a investigação e tentar, junto ao detetive Pascoal, desvendar o mistério envolvendo esse crime silencioso e aparentemente sem pistas. Os suspeitos? Todos, inclusive você!”

Ingressos esgotados para toda a temporada! Agradecemos a todos que vieram e que ainda virão prestigiar este trabalho!

Nossa estreia foi maravilhosa, e o público presente nos deu um retorno muito posistivo. Cada sessão comporta apenas 25 espectadores, então corra e garanta seu ingresso!
A temporada acaba dia 25/06, não deixe pra depois!

🎭🙏🏻🍀👏🏻❤️”

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