Para pensar

Esta famosa frase é de Karl Marx (Tréveris, Renânia-Palatinado, Prússia, Confederação Germânica, 5 de maio de 1818 – Londres, Inglaterra, 14 de março de 1883), presente na introdução de sua obra “Contribuição à crítica da economia política” (1859). Ela resume o método dialético para compreender a realidade. Ponto de partida real vs. ponto de partida no pensamento: Na vida real, o objeto ou a sociedade já existem de forma completa e complexa (o concreto real). Porém, quando começamos a estudar esse objeto, nossa mente a princípio só capta impressões vagas ou caóticas. Para entender o real, o pesquisador precisa isolar partes, conceitos e relações (as determinações abstratas). Por exemplo, na economia, separa-se o valor, o trabalho, o dinheiro e o mercado. O conhecimento verdadeiro não fica apenas nos pedaços isolados. Ele reconstrói o objeto na mente, juntando todas essas peças interligadas. O resultado final — o concreto pensado — é a união rica e complexa de múltiplos conceitos que explicam como o todo funciona de verdade.

Autor: ematosinho

Eduardo Matosinho tem 61 anos, nasceu em Ourinhos - SP em 1964 e é economista e sociólogo com bacharelados pela Universidade de São Paulo (USP). É casado com Luiza Maria da Silva Matosinho e com ela tem um filho de nome João Alexandre da Silva Matosinho. Mora em São Paulo e trabalha na Galeria Pontes, dedicada à arte popular brasileira contemporânea (https://www.galeriapontes.com.br/), onde já está há 19 anos. Sempre apreciou pintar e pesquisar sobre a história da arte e seus artistas. Começou a estudar artes plásticas em sua juventude vivida em sua cidade natal com o professor Francisco Claudio Granja (1976-1978). Em São Paulo estudou desenho e pintura em cursos ministrados em um Ateliê Livre por Valdir Sarubbi (1980–1983 e 1998–2000) e pintura com Selma Daffrè (2000-2003).

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