Autor: ematosinho
O blog Redescobrindo chega a 500 mil páginas visitadas
Passamos hoje a marca dos 500 mil acessos. O blog já tem 881 posts publicados, 250 comentários aprovados, um total de 41.112 visitantes e 30.284 visitantes únicos. “Redescobrindo” foi o título que dei para meu livro de poesia concluído em agosto de 2003 e que aqui já foi publicado na íntegra. Acima seguem algumas imagens postadas recentemente.
Muito obrigado pelas visitas e pelo prestigio.
Um abraço e voltem sempre,
Eduardo Matosinho
A arte de Dulce Martins
Nascida em Santos, em 1957, a artista plástica Dulce Martins tem nas lembranças de infância, nos temas folclóricos e na natureza os principais pontos de partida de sua relação plástica com o mundo. Por meio da pintura, estabelece conexões com a realidade, interpretando o que está à sua volta. Existe em suas imagens pureza, simplicidade e, como costuma ocorrer no gênero naïf, um denso mergulho nas próprias raízes. Situações vividas, vistas ou mesmo imaginadas ganham espaço como expressões de uma inteligência visual. As soluções visuais decorrem justamente dessas evocações. Um elemento importante no trabalho de Dulce está na maneira como suas obras atingem a universalidade. Um dos dilemas da arte está justamente em tornar o particular universal. Não é tarefa fácil, nem imediata. Também não se obtém com planejamento, mas sim com um progressivo fazer e amadurecimento da própria linguagem. Extrair dos próprios momentos uma linguagem coletiva traz elementos que parecem inexplicáveis. Pode-se pensar em temas ou imagens arquetípicas, mas também cabe apontar, simplificando sem ser simplista, que o mergulho cada vez mais aprimorado de Dulce em si mesma permite atingir o que há de mais profundo na alma humana.
A presença das máscaras no cotidiano é o motivo de reflexão desta obra de Dulce Martins. Natural de Santos, no litoral paulista, situa a cena na chamada Casa da Frontaria Azulejada, uma célebre obra arquitetônica local, construída em 1865 para residência e armazém do comendador português Manoel Joaquim Ferreira Netto (1808-1868). Desde 2007, o prédio passou a funcionar como espaço cultural, recebendo exposições, eventos beneficentes e espetáculos, além de ser cenário de filmagens de propagandas, novelas, minisséries e filmes. O local ocupa a centralidade do quadro e chama a nossa atenção desde o primeiro momento pela sua harmonia. O equilíbrio das cores, principalmente dos azuis, vermelhos e amarelos na fachada do edifício e nas roupas dos transeuntes, ajuda a criar uma atmosfera de solidez e segurança. Talvez seja isso que torne a obra tão fascinante, pois a temática é tratada com a sobriedade que merece, mas sem um clima trágico. Parece que Dulce Martins já consegue apontar para o amanhã. Trata-se de um espaço incerto em que a máscara, enquanto não houver vacina ou cura da pandemia, será onipresente. O melhor caminho é ver o objeto como companheiro. Mesmo que alguns se sintam incomodados, é um caminho que propicia a recondução para uma nova normalidade.
Texto de Oscar D’Ambrosio. Ele é jornalista pela USP, mestre em Artes Visuais pela Unesp, graduado em Letras (Português e Inglês) e doutor em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e Gerente de Comunicação e Marketing da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Coordena o projeto @arteemtempodecoronavirus e é responsável pelo site www.oscardambrosio.com.br.
As obras da artista naïf Dulce Martins encontram-se à venda.
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Páscoa 2023
Páscoa é tempo de transformação. Que essa renovação e esse amor pascalino recaia sobre nós e sobre a nossa família e traga paz e esperança para nosso coração.
Esses são os votos da Equipe da Galeria Pontes
#artepopular #artepopularbrasileira #costinha #pascoa #felizpascoa
Rossana Araújo: Novas fotos
Fotos: A de montanha e prédios foi tirada em Montserrat, Espanha; a do mar foi em Tenerife, ilha da Espanha e a do pássaro foi no castelo de Montijuic, Barcelona, Espanha.
Graduada em engenharia química, mestre e doutora em ciências farmacêuticas, tudo na Universidade de São Paulo – USP. Atualmente trabalha na Receita Federal em São Paulo, capital.
Contato:
rossanaaraujo@gmail.com
Em breve nova temporada teatral de João Alexandre Matosinho e a Cia. Teatral Pequenos Grandes Atores
Fotos de Douglas Piton Photo (@douglaspitonph) – Fotógrafo de eventos, casamentos e ensaios.
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WhatsApp: (11) 9 8375-2127
Veja mais sobre a Cia. Teatral Pequenos Grandes Atores em: www.instagram.com/pequenosgrandesatores
Leya Mira Brander: Gravuras em metal
Leya Mira Brander materializa possibilidades de interpretação quase infinitas sobre diversos acontecimentos do mundo e sua esfera pessoal nas suas gravuras. A partir da técnica de reprodução de séries de desenhos por meio de uma matriz, no caso, o metal, “Leya cria um mecanismo que permite uma infinidade de novos arranjos para um conjunto de imagens que também pode ser aumentado”, conta Fernanda Pitta. Pequenas variações no desenho da matriz metálica “compõem um universo extenso e, quem sabe, infinito”, diz. São imagens, palavras e sensações que se articulam e recombinam sem nunca se repetir e que “se diferenciam apenas pela quantidade que guardam de um de seus componentes”.
Leia mais: www.leyamirabrander.com.br
Galeria Gravura Brasileira
Rua Ásia, 219, Cerqueira César, São Paulo, SP – CEP: 05413-030
Segunda a sexta: 14h00 às 18h00 ou com hora marcada
Contatos:
contato@gravurabrasileira.com
Fone: (11) 3624-0301
WhatsApp: (11) 9 8258-9842
www.gravurabrasileira.com
Brindemos ao Outono que se inicia hoje
Fotos tiradas em Presidente Epitácio e enviadas via WhatsApp pelo primo Antonio Eduardo Silva (Toninho da Texaco).
Eu e Luiza comemoramos 18 anos do nosso casamento civil
Hoje, 19/03, Dia de S. José e do artesão, comemoramos mais um aniversário de nosso casamento. Ficam como lembranças fotos da época: festa e lua de mel em um hotel fazenda de Atibaia…
José Carlos: “Gosto de obras que me desafiam”
José Carlos Bacelar Viana
Nascido na cidade de Recife, iniciou no mundo das artes logo cedo. Quando criança, respirava arte por todos os cantos; dentro de casa, no ateliê de seu pai e por muitos os lugares que frequentou em razão do estilo de vida da família. Sua maior diversão sempre foi desenhar e observar todas aquelas obras de arte que lhe cercavam. Mais tarde, no ano de 2014, passou a desenvolver as suas pesquisas e passear por diferentes técnicas de pintura, até que as cores o encontraram e os traços desconsertados começaram a dar vida as suas primeiras obras. Com toda a certeza, a sua maior referência era o seu pai, em todos os sentidos. Porém, em algum momento se libertou daqueles velhos personagens da nudez e dos “narigões”. Foi quando iniciou a sua própria identidade e hoje podemos considerar que o estilo Pop e suas cores vibrantes não deixam de estar presente em suas obras. Em 2018 realizou a sua primeira exposição coletiva no Nannai Resort e em 2019 a sua primeira Solo no espaço CDC no Poço da Panela.
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WhatsApp: (81) 9 9841-0902