Da série: “Cor do cerrado”, com a técnica encáustica sobre madeira

Marlene Trouva

“Essa belezura também já encontrou o seu lar, levando consigo o perfume do mel e a força do cerrado…🥰🙏”

🐝 Pintura em encáustica
⬇️ Assista ao Documentário: https://www.youtube.com/watch?v=O8zAAG4FPTM

Marlene Trouva é uma artista visual com mais de 24 anos de carreira. Se dedica a criação de seus trabalhos em encáustica quente, fria e técnica mista; atua como professora de artes em cursos de pintura em tela no ateliê e no SESC – Rondonópolis, além de desenvolver trabalhos de restaurações de obras artísticas e peças sentimentais, para clientes em geral.

O Projeto “Marlene Trouva – Cor da arte no Cerrado”, teve incentivo da Lei Aldir Blanc, por meio da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer – SECEL/ MT, Secretaria Especial da Cultura – Ministério do Turismo, Pátria Amada Brasil – Governo Federal, que homenageiam Marlene como Mestre da Cultura de Mato Grosso. Essa exposição quis evidenciar que a obra da artista e teve por objetivo transformar, dar relevo e textura e colorir o vazio cotidiano existente com leveza, de forma encantadora, profunda e significativa. É um projeto individual e original em sua essência e expressão pois Marlene trabalha com encáustica, uma técnica de pintura conhecida como pintura a fogo, desenvolvida pelos gregos desde o século V a.C., na qual os pigmentos de cor são diluídos em cera quente. Ela também trabalha com cera fria. Os pontos fortes da técnica, os quais encantam a artista são o relevo e a textura. Em suas palavras: “A característica mais marcante em meu trabalho é a textura e o relevo produzido nos trabalhos com encáustica. Ela faz parte da minha vida! Me apaixonei por essa técnica justamente porque ela me possibilita criar uma gama de texturas e relevos na tela, de forma que eu consigo representar, do meu jeito, explorando o colorido do cerrado mato-grossense.” Quando fez o curso, os principais pontos que chamaram a atenção da artista foram: o desvendar de uma técnica milenar, o efeito produzido por ela e o fato de a cera de abelha ser uma matéria prima orgânica. O fato de criar suas próprias obras, restaurar peças sentimentais, entre outras e ministrar cursos de pintura em tela para alunos em seu ateliê e no SESC-Rondonópolis, Trouva evidencia seu compromisso e cuidado em manter e preservar a cultura regional. O evento pandêmico despertou Marlene quanto a inserção de cores, habilidades e técnicas sobre a tensa realidade do panorama atual, e para tanto, tem se superado e desdobrado criatividade sobre telas e painéis, tornando suportável, o momento vivido. A ideia dessa proposta vem da efervescência criativa em meio ao isolamento social e a originalidade e caráter pictórico único dessa artista, no centro de uma crise sem precedentes na História, vem impactar a cena cultural de Mato Grosso e Rondonópolis e atrair o interesse público para uma forma de expressão artística milenar.
Proponente: Regina Maslem
Realização: Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso
Secretaria Especial da Cultura
Ministério do Turismo
Governo de Mato Grosso​​

Contatos:
www.instagram.com/marlenetrouvaar
arte.mtrouva@gmail.com
WhatsApp: (66) 9 9988-3380
https://cordaartenocerrado.wixsite.com/my-site

Artista indicada para o blog pela prima Celize Mattosinho Davanso, que comenta: “Boa tarde, Eduardo, tudo bem? Quero te falar da minha professora Marlene Trouva que faz trabalhos lindos em encáustica. Dê uma olhada no Insta dela”.

Autor: ematosinho

Eduardo Matosinho tem 62 anos, nasceu em Ourinhos - SP em 1964 e é economista e sociólogo com bacharelados pela Universidade de São Paulo (USP). É casado com Luiza Maria da Silva Matosinho e com ela tem um filho de nome João Alexandre da Silva Matosinho. Mora em São Paulo e trabalha na Galeria Pontes, dedicada à arte popular brasileira contemporânea (https://www.galeriapontes.com.br/), onde já está há 19 anos. Sempre apreciou pintar e pesquisar sobre a história da arte e seus artistas. Começou a estudar artes plásticas em sua juventude vivida em sua cidade natal com o professor Francisco Claudio Granja (1976-1978). Em São Paulo estudou desenho e pintura em cursos ministrados em um Ateliê Livre por Valdir Sarubbi (1980–1983 e 1998–2000) e pintura com Selma Daffrè (2000-2003).

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *