Desenho e grafites da prima Celize Mattosinho Davanso

Celize Luchezi Mattosinho Davanso, nascida em Dois Córregos, SP, residente em Rondonópolis, MT e formada pela FCT UNESP – Presidente Prudente, SP.

Uma amiga dela, Marlene Trouva, comenta sobre o desenho em lápis de cor e grafite “Frade e cachorro”, o primeiro acima: “Esse lindo trabalho, foi um presente de uma querida aluna e amiga Celize Mattosinho Davanso ❤”. Eu também considero todos eles presentes para mim, com carinho…

Indicada pela prima Beatriz Lucchesi Mattosinho (Bia) de Dois Córregos, SP, e residente atualmente em São Paulo, que diz: “Tenho uma irmã que se chama Celize, ela desenha lindamente no grafite. Vou te passar o contato dela, fale com ela também. Tenho certeza que você vai adorar o trabalho dela. Já falei com ela, converse com ela que vocês vão se entender!☺️. Ela faz desenhos lindíssimos”.

Contatos:
www.facebook.com/celize.mattosinhodavanso
www.instagram.com/celizedavanso
WhatsApp: (66) 9 8137-0202

Autor: ematosinho

Eduardo Matosinho tem 61 anos, nasceu em Ourinhos - SP em 1964 e é economista e sociólogo com bacharelados pela Universidade de São Paulo (USP). É casado com Luiza Maria da Silva Matosinho e com ela tem um filho de nome João Alexandre da Silva Matosinho. Mora em São Paulo e trabalha na Galeria Pontes, dedicada à arte popular brasileira contemporânea (https://www.galeriapontes.com.br/), onde já está há 19 anos. Sempre apreciou pintar e pesquisar sobre a história da arte e seus artistas. Começou a estudar artes plásticas em sua juventude vivida em sua cidade natal com o professor Francisco Claudio Granja (1976-1978). Em São Paulo estudou desenho e pintura em cursos ministrados em um Ateliê Livre por Valdir Sarubbi (1980–1983 e 1998–2000) e pintura com Selma Daffrè (2000-2003).

Um comentário em “Desenho e grafites da prima Celize Mattosinho Davanso”

  1. Amei encontrar você, primo, que valoriza a arte, a criatividade e, principalmente, a sensibilidade, algo tão raro nesse mundo caótico. Obrigada por valorizar meus trabalhos, que jazem esquecidos nas minhas gavetas. Continue a buscar pessoas, às vezes perdidas ou esquecidas, mas com grande talento e, quem sabe, desvalorizadas pelos que a rodeiam. Parabéns por tão grande sensibilidade e por tua busca.

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