Alex dos Santos: Novas telas

Nascido em Jaboticabal em 1980, Alex vem de família humilde e manifestou seu pendor artístico desde pequeno. Seus pais foram aconselhados a colocá-lo num curso de pintura para que ele pudesse desenvolver suas aptidões artísticas. Mas Alex contrariou a todos, ao não alterar um inarredável estilo que nada tinha a ver com o padrão acadêmico proposto no aprendizado. Ele continuou a registrar em caixas de papelão, restos de encerado, tudo o que caía em suas mãos umas figuras inusitadas e uns assuntos da cabeça dele, que se assemelhavam mais ao trabalho dos grafiteiros, do que ao dos paisagistas e pintores de naturezas mortas. A agilidade prodigiosa do desenho, a autenticidade, a ausência de fórmulas, a imaginação solta, e sobretudo a coragem artística, são características do trabalho de Alex.

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Silvana dos Santos Pereira: My garden e Flowers from my garden

Silvana Marques dos Santos Pereira é uma artista brasileira residente em São Paulo, Brasil. Nasceu na Bahia, em uma família de reconhecidos artistas plásticos. Pinta desde a infância e ao longo de muitas décadas, continuando a expressar sua visão artística e inspiração.

Frequentou, em curso livre, a Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia durante 1974-1976, sendo orientada por professores da Universidade, aprofundando o estudo do retrato através da exploração de técnicas como a pintura a óleo, pastel seco e carvão vegetal. Na década de 80, aprofundou-se em arte moderna e abstrata, em São Paulo. Ao longo de anos de esforços artísticos, desenvolveu principalmente retratos dos pretos da Bahia, marca presente na cultura baiana.

Recentemente abriu outras dimensões em pinturas abstratas. Seus principais materiais são: óleo sobre canvas, pastel seco, guache, aquarela e nanquim. Pinta de forma intuitiva, autoconsciente, impulsionada por sua sensibilidade e sentimento empírico do mundo. A pintura brota de uma experiência interior.

Em 2018 trabalhou em uma série inspirada no universo e seus habitantes, trazendo luz e cor para o papel preto. Atualmente, retornou às suas origens na Bahia, com os pretos, suas expressões, olhares e bocas, suas dores, a força da sua raiz e o que agregaram à nossa civilização, bem como, o mar da Bahia, seu verde, seu sal, seu céu…

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Redescobrindo: 15 mil acessos

Nosso blog “Redescobrindo” – que completará 15 anos no ar dia 22 de agosto de 2020 – chegou hoje à marca dos 15 mil acessos. Muito legal! Ele já tem 2.420 visitantes únicos, 464 posts publicados e 124 comentários aprovados. Essa imagem acima mostra como ele aparece no Google quando buscamos por “ematosinho”. Obrigado mais uma vez pelas visitas e pelo interesse.

Abraços e voltem sempre,

Eduardo Matosinho

9 de julho: 88 anos da Revolução Constitucionalista

A nossa história mostra que em 1930 Getúlio Vargas assumiu a presidência do Brasil com amplos poderes. Sendo assim, todas as instituições legislativas foram abolidas, desde o Congresso Nacional até as Câmaras Municipais. Os governadores dos estados foram depostos e para suas funções foram nomeados interventores. Em função desses acontecimentos, em 9 de julho de 1932 explodiu no estado de São Paulo uma revolta para tentar impedir a continuação do governo provisório de Vargas, onde também exigiam uma nova Constituição e eleições presidenciais. Como represaria, tropas federais foram enviadas à São Paulo para conter a rebelião e as forças paulistas lutaram contra o exército durante três meses. Os revoltosos paulistas esperavam a adesão de outros estados, o que acaba não acontecendo e, assim, o conflito armado ficou restrito ao nosso estado. Em outubro de 32, após três meses de luta, os paulistas se rendem. Apesar da derrota paulista, dois anos depois da revolução, em 1934, uma assembleia eleita pelo povo elaboraria a uma nova Constituição para o nosso país. Em resumo, a Revolução Constitucionalista de 1932 acabou sendo o maior confronto militar no Brasil no século XX e um dos mais importantes acontecimentos políticos da história brasileira.

Na foto vemos no Clube de Campo e Balneário Diacuí, de Ourinhos, que já se chamou Clube 9 de Julho, o monumento que lembra os combatentes de 1932 e que está instalado exatamente no local onde foram as trincheiras. A frase na placa é de autoria do professor Norival Vieira da Silva. O obelisco foi idealizado durante o segundo governo do prefeito José Maria Paschoalick (1958-1959) e inaugurado pelo prefeito Antônio Luiz Ferreira (1960-1963) no dia 9 de julho de 1962. Meu tio Ângelo Silva, sócio-fundador da Diacuí, era um entusiasta da Revolução de 32, e esta homenagem foi iniciativa sua.

Clique e leia mais sobre o Clube de Campo e Balneário Diacuí: https://ematosinho.com.br/?p=8692

André Santangelo: “Notas sobre naufrágios” e “Desequilíbrio entre corpos flutuantes”

André Santangelo

Artista Plástico e Educador Social. Estudou na instituição de ensino Faculdade de Artes Dulcina de Moraes. Frequentou UnB – Universidade de Brasília. Mora em Brasília.

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Gegê Pedrosa: Esculturas de animais em madeira

“As obras de Gegê Pedrosa, pernambucano, é fruto de uma arte plástica que deixa seduzidos todos os que as vejam e logo, passam a amá-las, surpresos com a sensação que um objeto de arte pode despertar.
Ele transforma a madeira – um elemento rígido – em uma obra de formas limpas e com uma suavidade interessantíssima, pois as curvas expressas em seus pássaros e demais objetos nos levam a uma viagem instigante em busca de como essa peça foi feita.
Ele dá à arte a mais pura forma, livrando-se dos excessos. Suas peças têm sofisticação contemporânea. Com os tons marrom, amarelo e vermelho das madeiras, as esculturas trazem nuances de uma superfície suave, polida ao redor das curvas de animais. É que as esculturas de Gegê são feitas exclusivamente de madeira, ora marchetada, ora laqueada. Mas sempre madeira.
Nem sempre foi assim, contudo. Ao se lançar no mundo artístico aos 19 anos, Gegê flertava com outros elementos. Primeiro, começou pelo desenho e a pintura para, depois, se encontrar nas esculturas tridimensionais.
Ele participa de vários salões pelo Brasil, dentre eles, Salão de São Paulo, Salão de Brasília – DF, Salão de Belo Horizonte e, no exterior, já participou do Salão de Genebra em 2003 na sede da ONU.
Suas peças têm sido reiteradamente adquiridas por colecionadores do Brasil e do exterior”.

Jô Santana – Produtora cultural

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Ana Veloso: “O tempo se contorce inquieto” e “Vibrando na alegria”

Ana Veloso

Inicia suas atividades plásticas desenvolvendo trabalhos em cerâmica, couro, metal, madeira e resina de poliester.

Em 1982, dedica-se exclusivamente à pintura.

1986 – Passa a fazer parte da Associação dos Artistas Plásticos Profissionais
de Pernambuco e tem trabalhos publicados em livros e revistas.

Sua obra é marcada pela pesquisa e projetos de ação social e cultural. Destes, resultam imagens pictóricas que marcam suas séries. Ao final de cada uma, são apresentados em individuais, mostradas no Brasil e em países como Portugal, Suíça e Paraguai.

Suas séries mais importantes são: “Brincadeiras” (1985), “Feiras & Vendas” (1986), “Meninos de Rua” (1987), “Rodas” (1989), “Porto do Recife” (1994), “O Automóvel” (1994), “ A Cor em Narrativas Pernambucanas” (1999), “ Ícones da Terra” (2001), ”Varais” (2003) e “Por um Fio” (2005).

Entre os anos de 1988 e 1998, fez parte como artista exclusiva do Escritório de Arte Guilherme Eustáchio e da Galeria Artespaço do Recife, sendo que em 2004 – participou da exposição “Uma Viagem de 450 anos” – SESC – SP.

2003- Instala e inaugura painel no Aeroporto de Campina Grande – PB.

2004-Instalação e inauguração do Painel comemorativo dos 400 anos de MaurÌcio de Nassau, instalado na Av. Maurissio de Nassau no Cordeiro, Recife, PE.

2003, 2004, 2005 e 2006 – Cria e coordena o projeto Arte&cia no Pina Recife, PE.

2005 – Exposição individual “Por um Fio” – Galeria de Arte Plural – Recife, PE

2005/2006 – Cria e coordena o Projeto de Revitalização do utilitário barro – Distrito de Água Fria , Belo Jardim, PE.

2006/2007/2008/2009 – Cria e coordena os Projetos:
“Fábrica de Ideias”- (2006/007): OAFE (Organização de auxilio Fraterno do Recife, PE),
“Estado de Arte”- (2006 a 20013): Serra dos Ventos – Distrito de Belo Jardim, PE,
“Veio da Terra” – (2007/2008): Garanhuns, PE.

2008 , 2010, 2012– Cria e realiza o “A gosto da arte” – 1º Festival de Artes e Tradições de Serra dos Ventos, PE.

Desenvolve um trabalho plástico sobre a trajetória do Padre Cícero intitulado “Caminhos do Santo”.

2009 – Exposição individual “ Caminhos do Santo” no salão especial do MAC – Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco.

Incontáveis coletivas. Participou de vários Salões, inclusive os do Estado de Pernambuco, estando entre os mais importantes, o Salão Nacional da Pirelli, Salão da Fundação Rômulo Maiorana do Pará e o Salão do Estado do Paraná. Tendo sido premiada com o prêmio Museu do Estado de Pernambuco, no Salão Nacional do Estado de Pernambuco.

Seus quadros estão hoje, nos Museus de Arte Contemporânea de Pernambuco, Museu do Estado de Pernambuco, Museu de Arte Contemporânea Assis Chateaubriand de Campina Grande, PB, na Fundação do Banco Econômico, Salvador, BA e, em coleções particulares de todo o país e internacionais.

Fábrica de Brinquedos

Em um súbito instante, rasgo as entranhas da terra e vejo replicar as formas que me transportam ao caos.

Com isso, me aproprio e faço delas suporte para imprimir meus momentos.

Contando o tempo sem me dar conta dele, junto farpas quase em surto, ergo altares, procuro não sei o quê. E no vazio, lanço olhar para o infinito.

Imagina o buraco negro?

No ponto escuro aprofundo o olhar, aprofundo, aprofundo, até que ele me roube o ar.

Paro.

Volto à borda da imagem, tonta. Tateio ao redor e me ponho firme. Busco respostas, mas meu entender não as acessa. Aí mergulho no escuro e me vejo alma.

Em que dimensão estamos?

Que tempos são esses que me fazem sentir o coração desfiado em lascas?

Perdida, retorno a minha galáxia e me dou conta do balé dos planetas em volta do sol e eu no planeta azul – minha cor predileta.

De posse dessa consciência planetária, imagens que se apresentavam das minhas lembranças, divagam nas belezas desse mundo.

Ai!

O meu coração se restaura em firme músculo. Novamente paro. No cantinho do meu mundo, minha netinha de 1 ano balbucia sons enquanto dedilha os tubos das minhas tantas tintas.

Num profundo suspiro, me descubro cores e mergulho no mundo de Sofia.

Ana Veloso, 19 abril de 2020.

(A partir dessa reflexão, nasceu essa nova série)

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Camila Crósta aquarelas: Cavalo e Bico de papagaio

Camila Crósta

Formada na FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado) no curso de Arquitetura e Urbanismo e formada pela Escola Panamericana de Arte e Design, no curso de Artes Plásticas. Passagens por escritórios de arquitetura, design de interiores, comunicação visual, paisagismo, agência de publicidade e ateliês livres. Participou com pinturas artísticas em ambientes da Mostra de Decoração CasaCor edições de 2015 e 2010, no Jockey Clube de São Paulo. Morou em Barcelona, onde fez curso de tratamento digital de imagem no Centre Civic Pati Llimona.
No MuBE (Museu Brasileiro da Escultura), cursou “Pintura e acompanhamento de projetos”, com a professora e artista plástica Bia Black. Participou da exposição coletiva de conclusão do curso. No CBB (Centro Brasileiro Britânico), participou da exposição coletiva “Mostra de arte da Granja Viana XXVIII”. No Instituto Tomie Ohtake, cursou “Pintura e reflexão” com o professor e artista plástico Paulo Pasta. Participou da exposição coletiva de conclusão do curso. No MASP, cursou “Histórias da Arte: Moderna e contemporânea” com o professor e coordenador Daniel Jablonski. Pintora e especialista em criar artes sob encomenda. Há anos, Camila faz pinturas em telas, murais, tecidos para paredes e principalmente, aquarelas. No instagram da artista (@camilacrostaarte) foram publicados mais de 400 trabalhos exclusivos e personalizados para os mais variados públicos, desde o corporativo até o individual.

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Laércio Moraes: Bicicleta na sala e Maria fumaça

Laércio Moraes (Lalá) nasceu em 7 de setembro de 1963, está com 57 anos, cursou desenho artístico e publicitário na década de 80 e hoje reutiliza várias técnicas. Já participou em exposições no grande ABC e estudou na Fundação das Artes de São Caetano do Sul-SP em 2018.

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Viewing room de Alex Červený

A galeria Casa Triângulo realiza o viewing room (sala de visualização) de Alex Červený com obras feitas em diferentes épocas, diversas de técnicas e referências que marcam a trajetória do artista.

“Neste viewing room destacamos obras que, produzidas em diferentes épocas, contemplam a diversidade de técnicas e referências que marcam a trajetória do artista Alex Červený. Os trabalhos aqui reunidos apresentam narrativas que comentam, de maneira singular, a complexidade e a sublimidade do mundo contemporâneo.”

Informa em seu site a galeria Casa Triângulo.

A partir de 17/06 no site da Casa Triângulo.

Clique aqui

Notícia via Instagram do @mapadasartesoficial.