Renato Freitas: Fragmento da obra Carnaval de Salvador e Placa de metal com tinta automotiva

Renato Freitas

Nascido em 17/12/1980, em Salvador na Bahia, autodidata.

Abandonado pelos pais, passou longos períodos em orfanatos. Na escola sempre teve forte ligação com as aulas de educação artística onde podia se expressar fazendo capas de trabalho escolar e decorações em móveis velhos, cadernos e tudo que pudesse pintar. Na adolescência continuou usando sua criatividade para fazer bijuterias, cintos de miçangas e até máscaras.

Percebendo certo interesse das pessoas por seus desenhos e pinturas, começou a vender suas obras em ruas de Salvador como Cabula, Federação e Stella Maris. Em 2018 muda-se para São Paulo atrás dos seus sonhos enfrentando cinco dias de viagem de carona em um caminhão, ajudando o carreteiro como barganha para transportar suas obras. Hoje continua se expressando em diversos projetos e suas gravuras são vendidas em plataformas virtuais.

Renato Freitas considera que a arte é uma oportunidade de interpretar e sentir o mundo de várias formas, podendo assim viajar e aliviar algumas dificuldades e conflitos.

“A arte mostra pra mim que podemos sonhar, e cada trabalho mostrar um pensamento, uma reflexão do olhar individual de cada pessoa e de cada artista. Não gosto de ficar preso ao pincel, sou livre, gosto de liberdade, técnica e materiais aplicados das mais diversas formas. Gosto de cores quentes e da sobreposição de metais e papéis sobre telas.”

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Fernanda Fonseca: Natureza de Gonçalves – MG

Gonçalves é um município brasileiro do estado de Minas Gerais, localizado na Região Imediata de Itajubá e é atualmente um dos polos turísticos em forte desenvolvimento na Serra da Mantiqueira, fazendo parte do circuito turístico Serras Verdes do Sul de Minas.

Fernanda Fonseca, autora das fotos, é psicanalista.

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Augusto Marques: As cenas urbanas desse carioca de Bangu

Augusto Marques

Carioca, nascido em 1955, começou sua trajetória de luz pela arte em 1967, quando estudava no antigo ginasial, hoje conhecido como ensino fundamental. O artista tomou gosto pelo componente curricular Artes Aplicadas, o qual sempre conseguiu alcançar todos os objetivos propostos, realizando sempre com muito sucesso e dedicação todas as atividades e tarefas.
A partir de então não parou mais, começou a pintar buscando sempre transmitir para as telas os momentos importantes, fatos e paisagens. Além disso procura sempre homenagear pessoas de seu apreço, os quais ficam eternizadas em suas obras.
Diante de todas as brilhantes definições de arte a que mais chama sua atenção é a capacidade de transmitir sentimentos através de imagens. Com um estilo bem eclético está sempre presente em exposições e salões, tendo grande reconhecimento do seu belíssimo trabalho.

Contatos:
Residente à Estrada da Água Branca, 4.840 – Bangu – RJ – CEP: 21862-370
Telefones: (21) 3462-5111 ou 9 8866-6724
vangmarques@hotmail.com

15 anos do blog Redescobrindo

O blog “Redescobrindo” completa na data de hoje, 22/08/20, 15 anos no ar. A imagem acima mostra como ele era em sua versão inicial e mostra uma foto de agora. A primeira versão do blog, que ficou no ar até 23 de maio de 2019, beirou os 30 mil acessos e essa nova e modernizada já passou os 15 mil. Valeu pessoal pelas visitas e pelo prestígio.

Abraços e retornem mais vezes,

Eduardo Matosinho

Artista plástico Adir Sodré morre aos 58 anos

Nesta segunda-feira, 10/08, em Cuiabá, MT, morreu Adir Sodré, um dos mais renomados artistas de Mato Grosso, vítima de um infarto quando voltava para sua casa, no Centro Histórico, depois de fazer procedimentos no caixa eletrônico de um banco. Adir nasceu em Rondonópolis (212 km ao Sul de Cuiabá) em 1962, mas passou quase toda a vida em Cuiabá. Suas pinturas colorem e embelezam muitas áreas da capital, incluindo alguns viadutos.

As pinturas dele são um registro da vida cotidiana nos bairros populares de Cuiabá e também da paisagem regional. Produz obras com temática social de caráter irreverente. Já em trabalhos da década posterior, revela admiração por Henri Matisse (1869-1954), empregando cores puras e elementos decorativos em obras nas quais o erotismo também é muito presente, como em Falos e Flores (1986) ou Orgia das Frutas (1987). Produziu também retratos de personalidades, partindo da reprodução fiel da fisionomia, mas fazendo uso do humor. O artista mantém diálogo constante com aspectos da história da arte, fazendo referências entre outros a Vincent Van Gogh (1853-1890) ou a Diego Velázquez (1599-1660), aproximando-se também do universo dos quadrinhos, como em Almoço na Relva VII (1988).

As suas obras são recheadas de elementos exclusivos do seu estilo como a melancia-vagina, montanha-seios, pênis-borboletas, num transbordante processo de erotização da natureza.

Sua trajetória começou em 1977, quando passou a frequentar o Atelier Livre da Fundação Cultural de Mato Grosso, orientado por Humberto Spíndola e Dalva Maria de Barros, em 1977. Depois, com Gervane de Paula (1962) e outros artistas, ele contribuiu o processo de renovação da arte mato-grossense. Participou de exposições coletivas organizadas pelo Museu de Arte e de Cultura Popular da Universidade Federal do Mato Grosso (MACP/UFMT). Também participou também de eventos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV/Parque Lage), Rio de Janeiro, em 1983, e no Museu de Arte Moderna de Paris, em 1987.

A partir da década de 1980, Adir Sodré inclui em suas obras temáticas relacionadas aos povos indígenas, à invasão causada pelo turismo em determinadas regiões do Brasil e ao consumismo, esse último exemplificado no quadro Dolores Descartável (1984).

Entre as exposições de que participou, destacam-se: Gente da Terra – Homenagem a Maria Auxiliadora da Silva, no Paço das Artes, São Paulo, 1980; Panorama da Arte Atual Brasileira, no MAM/SP, São Paulo, 1983; Como Vai Você, Geração 80?, na EAV/Parque Lage, Rio de Janeiro, 1984; Modernidade, Arte Brasileira do Século XX, no Museu de Arte Moderna de Paris (França) e no MAM/SP, São Paulo, 1987; Brasil: Imagem dos Anos 80 e 90, no MAM/RJ, Rio de Janeiro, 1993. Evento no Itaú Cultural: BR/80 Pintura Brasil Década 80, São Paulo, 1991.

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Morre Maurino Araujo

Maurino Araujo, importante escultor mineiro morreu dia 29/7, estava com leucemia. Deixa saudades e uma vasta obra com seu traço marcante. Nossa homenagem a Mestre Maurino.

Biografia: Maurino – Nasceu em Rico Casca, MG, em 1949. Escultor e pintor autodidata, recebeu forte influência do barroco mineiro, em especial do hagiológio cristão de São João del Rey. Participou de inúmeras exposições individuais e coletivas, sendo as principais: Artistas Latino-Americanos, Bruxelas, Bélgica (1973); Bienal de São Paulo (1976); Festival de Arte, Cultura Negra e Africana, Lagos, Nigéria (1977); Museu de Arte Moderna, São Paulo (1981); V Salão Nacional de Artes Plásticas, Belo Horizonte, (1982); Galeria Bonino, Rio de Janeiro (1983); Artistas Populares de Belo Horizonte, Centro Cultural UFMG, Belo Horizonte (1996); Negro de Corpo e Alma, Mostra do Redescobrimento, Pavilhão Manoel da Nóbrega, Parque Ibirapuera, São Paulo (2000); Quatro Aquarelistas e Um Escultor, sala especial Maurino Araújo, Galeria Agnus Dei, Belo Horizonte (2003). Tendo recebido inúmeros prêmios, é o único artista brasileiro com obra no Museu do Vaticano (báculo oferecido ao papa João Paulo II, pelo governo brasileiro). Roberto Burle Marx (1909-1994) construiu uma ala em seu sítio, na antiga estrada da Barra da Guaratiba, Rio de Janeiro, especialmente para abrigar as esculturas de Maurino Araujo. O escultor mineiro tem obras no Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte, MG, museus nacionais e internacionais, fundações, instituições públicas e privadas. Participa de várias coleções particulares de artes plásticas no Brasil e exterior.

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Gejo, O Maldito: Truta da tiragem

Nasceu em Seabra, na Bahia, em 1976, mas aos três anos mudou-se para São Paulo.

No ano de 1996 é convidado pelo diretor da escola Osvaldo Walder para dar uma oficina para os alunos. O projeto “Graffiti: impressão x expressão” durou até 1998 e motivou Gejo a seguir como arte-educador. Desde então coordenou mais de 30 workshops e oficinas de grafite, disseminando as idéias e formas de expressão que envolve a cultura do hip-hop, como a dança, a música e o fanzine.

É o idealizador do projeto do Centro Cultural Sítio do Tatu Amarelo, em Seabra (BA), que terá cursos de alfabetização de adultos, informática, biblioteca, cinemateca, oficinas de arte, além do amparo aos animais machucados e um jardim com diversos exemplares de plantas.

Fonte: Guia das Artes (guiadasartes.com.br)

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Alex dos Santos: Novas telas

Nascido em Jaboticabal em 1980, Alex vem de família humilde e manifestou seu pendor artístico desde pequeno. Seus pais foram aconselhados a colocá-lo num curso de pintura para que ele pudesse desenvolver suas aptidões artísticas. Mas Alex contrariou a todos, ao não alterar um inarredável estilo que nada tinha a ver com o padrão acadêmico proposto no aprendizado. Ele continuou a registrar em caixas de papelão, restos de encerado, tudo o que caía em suas mãos umas figuras inusitadas e uns assuntos da cabeça dele, que se assemelhavam mais ao trabalho dos grafiteiros, do que ao dos paisagistas e pintores de naturezas mortas. A agilidade prodigiosa do desenho, a autenticidade, a ausência de fórmulas, a imaginação solta, e sobretudo a coragem artística, são características do trabalho de Alex.

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Silvana dos Santos Pereira: My garden e Flowers from my garden

Silvana Marques dos Santos Pereira é uma artista brasileira residente em São Paulo, Brasil. Nasceu na Bahia, em uma família de reconhecidos artistas plásticos. Pinta desde a infância e ao longo de muitas décadas, continuando a expressar sua visão artística e inspiração.

Frequentou, em curso livre, a Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia durante 1974-1976, sendo orientada por professores da Universidade, aprofundando o estudo do retrato através da exploração de técnicas como a pintura a óleo, pastel seco e carvão vegetal. Na década de 80, aprofundou-se em arte moderna e abstrata, em São Paulo. Ao longo de anos de esforços artísticos, desenvolveu principalmente retratos dos pretos da Bahia, marca presente na cultura baiana.

Recentemente abriu outras dimensões em pinturas abstratas. Seus principais materiais são: óleo sobre canvas, pastel seco, guache, aquarela e nanquim. Pinta de forma intuitiva, autoconsciente, impulsionada por sua sensibilidade e sentimento empírico do mundo. A pintura brota de uma experiência interior.

Em 2018 trabalhou em uma série inspirada no universo e seus habitantes, trazendo luz e cor para o papel preto. Atualmente, retornou às suas origens na Bahia, com os pretos, suas expressões, olhares e bocas, suas dores, a força da sua raiz e o que agregaram à nossa civilização, bem como, o mar da Bahia, seu verde, seu sal, seu céu…

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Redescobrindo: 15 mil acessos

Nosso blog “Redescobrindo” – que completará 15 anos no ar dia 22 de agosto de 2020 – chegou hoje à marca dos 15 mil acessos. Muito legal! Ele já tem 2.420 visitantes únicos, 464 posts publicados e 124 comentários aprovados. Essa imagem acima mostra como ele aparece no Google quando buscamos por “ematosinho”. Obrigado mais uma vez pelas visitas e pelo interesse.

Abraços e voltem sempre,

Eduardo Matosinho