Tirado de momentos postais
Me imagino descrevendo, como os antigos cancioneiros e poetas,
Momentos que retratei um dia analisando sonhos, sentimentos e emoções
Que de onírico viraram desenhos que já nasceram mortos
Assim penso que também hão de haver crianças
Anjos embebidos por um emaranhado de cores e luzes
Nessa difícil tarefa de retratar sonhos passados onde,
Num deles, cheio de bexigas coloridas e homenzinhos
Sendo transportados em seu interior,
Que depois, com os balões deformados e murchos
Com os homenzinhos caindo em um fundo próximo do verde musgo
Terminam com os pequenos personagens caídos em um terreno
Que futuramente os sugará para dentro, como uma areia movediça
Em direção a túneis e cavernas labirínticas
Rodrigo Pecci: Trabalhos novos
Rodrigo Pecci
Pintor e gravador – Porto Alegre/RS, 1976.
Tendo as ruas, becos, prédios, portos, trens e o céu, por vezes cinza, da paisagem urbana como sua principal temática, Rodrigo percebe nos lugares esquecidos, nas pessoas invisíveis, nas relações contraditórias e nos conflitos do cotidianos os elementos constituintes de sua poética e pesquisa estética. Em sua trajetória, já atuou como técnico, impressor e professor de gravura em metal para a Fundação Iberê Camargo e para o Museu do Trabalho em Porto Alegre, prestigiadas instituições culturais, onde teve a oportunidade de trabalhar com renomados artistas, tal como Maria Tomazelli, Carlos Vergara, Daniel Senise, Carmela Gross e Nelson Felix. Recebeu, em 2009, o Prêmio Açorianos de Artes Plásticas na categoria “Destaque em Gravura”. Desde 2011, reside em São Paulo, onde realizou diversas exposições e ministrou cursos e oficinas de gravura para diversas Instituições, entre elas o Instituto Tomie Ohtake e a Oficina Cultural Oswald de Andrade. Atualmente, trabalha em seu atelier particular (Atelier Trabalhoso) e ministra cursos e oficinas de gravura no Estúdio Lâmina.
Contatos:
www.facebook.com/rodrigo.pecci.798
www.instagram.com/rodrigo_pecci
rodrigoepecci@gmail.com
WhatsApp: (11) 9 5050-0057
A viola que não tive
Ordenes e farei
Meu amor
Minha flor
Teu olhar reluz, inspira amor, seduz
Quando te vejo, sinto em mim um calor
Só por ti
Sofrerei
Até condenado à morte serei
Meu amor
Os teus olhos tão lindos, da cor do luar
Os teus olhos que fazem meus olhos chorar
Escravizado para sempre serei
Estarei a teu lado, o que precisares ordenes, farei
Os teus olhos tão lindos, da cor do luar
Os teus olhos que fazem meus olhos chorar
Escravizado para sempre serei
Estarei a teu lado, o que precisares ordenes, farei
Cartola, pseudônimo de Angenor de Oliveira (Rio de Janeiro, 11 de outubro de 1908 – Rio de Janeiro, 30 de novembro de 1980)
Jogador, bola e assinaturas de Henri de Toulouse-Lautrec
Henri Marie Raymond de Toulouse-Lautrec Monfa (Albi, comuna francesa do departamento do Tarn na região de Occitânia, 24 de novembro de 1864 – Saint-André-du-Bois, comuna francesa na região administrativa da Nova Aquitânia, no departamento da Gironda, 9 de setembro de 1901) foi um pintor, gravador, desenhista, caricaturista e ilustrador francês cuja imersão na vida teatral e colorida de Paris no final do século 19 lhe permitiu produzir um coleção de imagens atraentes, elegantes e provocantes dos assuntos modernos, às vezes decadentes, daqueles tempos. Ele está entre os pintores mais conhecidos do período pós-impressionista juntamente com Paul Cézanne, Vincent van Gogh, Paul Gauguin e Georges Seurat.

Bola para frente

Pensar ou só pensar,
Para ver o tempo
Passar
Não quero fazer mal a ninguém
Sou um rapaz de paz
Vamos pensar em coisas boas pessoal
Bola para frente,
Rumo à felicidade
A um passo
Me espicho pr’os ares
E sinto o dissabor
Da vida e morte
E encontro
O delírio
Na criança
Que passa
Ligeira na
Rua
Quero morrer
Porque não
Viverei entre
Linhas
Eu hoje
Perdi
As estribeiras
E hoje vi
O fantasma
Porém no caos
De um mundo
Arrumado decidi
Posicionar-me pela
Incoerência
Eu vivi como
Um homem
Morto e
Fui pro
Céu
Minha vida estudantil na cidade de São Paulo mostrada pelas carteirinhas
Vindo do interior ingressei no Colégio Palmares há 45 anos: 1980 – 1982: 3 anos de colegial (De 1980 não tenho mais a carteirinha)
1993: 1 ano de cursinho (CPV e Inter-graus)
1984 – 1994: 11 anos de USP (Graduação em Economia, Sociologia e licenciatura não concluída em Educação)
2005 – 2007: 3 anos de USP como aluno especial (Programa de Pós-Graduação em Sociologia)
Faço menções honrosas aos professores César Barreto (Colégio Palmares), Paul Israel Singer (Economia USP), Francisco Maria Cavalcanti de Oliveira (Sociologia USP) e Antônio Flávio de Oliveira Pierucci (Pós-Graduação em Sociologia USP)