Daquele amor nem me fale

Podemos falar de futebol
Divagar sobre a temperatura
Criticar os problemas do Irã
E o tiro que levou o Reagan
Posso até discutir religião
Ou falar num domingo de sol
Criticar a terrível inflação
O machismo, o racismo e a loucura
Mas daquele amor, nem me fale
Daquele amor, nem me fale
Daquele amor, nem me fale
Daquele amor, nem me fale
Daquele amor, nem me fale
Não me fale, que eu me irrito
Perco a linha, dou um grito
Depois fico depressivo
Todo cheio de saudade
Mas daquele amor, nem me fale
Daquele amor, nem me fale
Daquele amor, nem me fale
Daquele amor, nem me fale
Daquele amor, nem me fale
Podemos falar de futebol
Divagar sobre a temperatura
Criticar os problemas do Irã
E o tiro que levou o Reagan
Posso até discutir religião
Ou falar num domingo de sol
Criticar a terrível inflação
O machismo, o racismo e a loucura
Mas daquele amor, nem me fale
Daquele amor, nem me fale
Daquele amor, nem me fale
Daquele amor, nem me fale
Daquele amor, nem me fale
Não me fale, que eu me irrito
Perco a linha, dou um grito
Depois fico depressivo
Todo cheio de saudade
Mas daquele amor…
Podemos falar de futebol
Divagar sobre a temperatura
Criticar os problemas do Irã
E o tiro que levou o Reagan
Posso até discutir religião
Ou falar num domingo de sol
Criticar a terrível inflação
O machismo, o racismo e a loucura
Mas daquele amor, nem me fale
Daquele amor, nem me fale
Daquele amor, nem me fale
Daquele amor, nem me fale
Daquele amor, nem me fal
Não me fale, que eu me irrito
Perco a linha, dou um grito
Depois fico depressivo
Todo cheio de saudade
Mas daquele amor, nem me fale
Daquele amor, nem me fale
Daquele amor, nem me fale
Daquele amor, nem me fale
Mas daquele amor, nem me fale
Daquele amor, nem me fale
Daquele amor, nem me fale
Daquele amor, nem me fale

Martinho da Vila (Duas Barras, Rio de Janeiro, 12 de fevereiro de 1938) / João Donato (Rio Branco, Acre, 17 de agosto de 1934 – Rio de Janeiro, 17 de julho de 2023). Essa é uma canção famosa composta em parceria por esses dois grandes artistas brasileiros. A letra fala com bom humor e ironia sobre poder conversar a respeito de vários assuntos difíceis ou cotidianos, mas pede para não se falar daquele amor antigo que traz irritação e saudade. Foi lançada em 1981, no álbum “Sentimentos” de Martinho da Vila e ganhou regravações famosas por João Donato, João Nogueira, Elza Soares e de outros nomes da MPB, como Wanda Sá

Autor: ematosinho

Eduardo Matosinho tem 61 anos, nasceu em Ourinhos - SP em 1964 e é economista e sociólogo com bacharelados pela Universidade de São Paulo (USP). É casado com Luiza Maria da Silva Matosinho e com ela tem um filho de nome João Alexandre da Silva Matosinho. Mora em São Paulo e trabalha na Galeria Pontes, dedicada à arte popular brasileira contemporânea (https://www.galeriapontes.com.br/), onde já está há 19 anos. Sempre apreciou pintar e pesquisar sobre a história da arte e seus artistas. Começou a estudar artes plásticas em sua juventude vivida em sua cidade natal com o professor Francisco Claudio Granja (1976-1978). Em São Paulo estudou desenho e pintura em cursos ministrados em um Ateliê Livre por Valdir Sarubbi (1980–1983 e 1998–2000) e pintura com Selma Daffrè (2000-2003).

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