Embolada do coco

Eu tiro o coco quebro o coco rapo o coco
Eu como coco, não deixo o coco sobrar
Eu tiro o coco quebro o coco rapo o coco
já estou dentro desse coco e deixo o coco farrear

Coco, cocada, cajibrina cabaré
Carreiro, carru, carré
Candieiro e carcará
Caju, cajá
Cabrito e cachorro louco
Eu tiro o coco, quebro o coco e não deixo o coco sobrar

Eu tiro o coco quebro o coco rapo o coco
Eu como coco, não deixo o coco sobrar
Eu tiro o coco quebro o coco rapo o coco
Já estou dentro desse coco e deixo o coco farrear

Eu tiro o coco quebro o coco rapo o coco
Eu como coco, não deixo o coco sobrar
Eu tiro o coco quebro o coco rapo o coco
já estou dentro desse coco e deixo o coco farrear

Coco, cocada, cajibrina cabaré
Carreiro, carru, carré
Candieiro e carcará
Caju, cajá
Cabrito e cachorro louco
Eu tiro o coco, quebro o coco e não deixo o coco sobrar

Eu tiro o coco quebro o coco rapo o coco
Eu como coco, não deixo o coco sobrar
Eu tiro o coco quebro o coco rapo o coco
já estou dentro desse coco e deixo o coco farrear

Composição de José Albertino da Silva, conhecido como Caju (São Lourenço da Mata, Pernambuco, 15 de abril de 1962 – Recife, Pernambuco, 8 de junho de 20012001). A embolada ou coco-de-embolada é um ritmo tradicional do Nordeste brasileiro, famoso pelo ritmo acelerado, o uso do pandeiro e letras rítmicas e bem-humoradas, frequentemente baseadas no improviso. Este é um dos maiores clássicos do gênero e é interpretada pela dupla José Albertino da Silva (Caju) e José Roberto da Silva (Castanha)

Autor: ematosinho

Eduardo Matosinho tem 61 anos, nasceu em Ourinhos - SP em 1964 e é economista e sociólogo com bacharelados pela Universidade de São Paulo (USP). É casado com Luiza Maria da Silva Matosinho e com ela tem um filho de nome João Alexandre da Silva Matosinho. Mora em São Paulo e trabalha na Galeria Pontes, dedicada à arte popular brasileira contemporânea (https://www.galeriapontes.com.br/), onde já está há 19 anos. Sempre apreciou pintar e pesquisar sobre a história da arte e seus artistas. Começou a estudar artes plásticas em sua juventude vivida em sua cidade natal com o professor Francisco Claudio Granja (1976-1978). Em São Paulo estudou desenho e pintura em cursos ministrados em um Ateliê Livre por Valdir Sarubbi (1980–1983 e 1998–2000) e pintura com Selma Daffrè (2000-2003).

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