Eu tiro o coco quebro o coco rapo o coco
Eu como coco, não deixo o coco sobrar
Eu tiro o coco quebro o coco rapo o coco
já estou dentro desse coco e deixo o coco farrear
Coco, cocada, cajibrina cabaré
Carreiro, carru, carré
Candieiro e carcará
Caju, cajá
Cabrito e cachorro louco
Eu tiro o coco, quebro o coco e não deixo o coco sobrar
Eu tiro o coco quebro o coco rapo o coco
Eu como coco, não deixo o coco sobrar
Eu tiro o coco quebro o coco rapo o coco
Já estou dentro desse coco e deixo o coco farrear
Eu tiro o coco quebro o coco rapo o coco
Eu como coco, não deixo o coco sobrar
Eu tiro o coco quebro o coco rapo o coco
já estou dentro desse coco e deixo o coco farrear
Coco, cocada, cajibrina cabaré
Carreiro, carru, carré
Candieiro e carcará
Caju, cajá
Cabrito e cachorro louco
Eu tiro o coco, quebro o coco e não deixo o coco sobrar
Eu tiro o coco quebro o coco rapo o coco
Eu como coco, não deixo o coco sobrar
Eu tiro o coco quebro o coco rapo o coco
já estou dentro desse coco e deixo o coco farrear
Composição de José Albertino da Silva, conhecido como Caju (São Lourenço da Mata, Pernambuco, 15 de abril de 1962 – Recife, Pernambuco, 8 de junho de 20012001). A embolada ou coco-de-embolada é um ritmo tradicional do Nordeste brasileiro, famoso pelo ritmo acelerado, o uso do pandeiro e letras rítmicas e bem-humoradas, frequentemente baseadas no improviso. Este é um dos maiores clássicos do gênero e é interpretada pela dupla José Albertino da Silva (Caju) e José Roberto da Silva (Castanha)