Mundo verde em papelão (Estudo)

Comentada no Instagram pelo curador e crítico de arte Oscar D’Ambrosio à partir de sua sugestão abaixo respondida por mim:

“Se você quiser participar [com diversas frases que buscam definir o que é arte], mande para mim uma imagem, com a fichinha técnica e com o nome do pensador citado, que converse com a frase original e com a do Oscar.”

Ficou assim a postagem por ele (https://www.instagram.com/p/DV8aMvPgNES/):

Mundo verde em papelão (Estudo), 2001
Eduardo Matosinho
Acrílica sobre papelão de caixa de supermercado
18 x 25 cm

“O mundo é mágico.
As pessoas não morrem, ficam encantadas.”
Frase dita por Guimarães Rosa (Cordisburgo, Minas Gerais, 27 de junho de 1908 – Rio de Janeiro, 19 de novembro de 1967) no seu discurso de posse na Academia Brasileira de Letras, em 16 de novembro de 1967.
In: João Guimarães Rosa: Frases de seus escritos e discurso (https://ematosinho.com.br/?p=6219)

Gestos podem criar uma percepção de dança, seja qual for a técnica, o material e o suporte utilizados. A magia da criação visual não está na escolha de um assunto, mas na maneira como ele é representado pela percepção que cada um tem do espaço, valendo-se de cores e formas para atingir as mais diversas composições e os mais significativos resultados.

Oscar D’Ambrosio (16/03/2026)

Autor: ematosinho

Eduardo Matosinho tem 61 anos, nasceu em Ourinhos - SP em 1964 e é economista e sociólogo com bacharelados pela Universidade de São Paulo (USP). É casado com Luiza Maria da Silva Matosinho e com ela tem um filho de nome João Alexandre da Silva Matosinho. Mora em São Paulo e trabalha na Galeria Pontes, dedicada à arte popular brasileira contemporânea (https://www.galeriapontes.com.br/), onde já está há 19 anos. Sempre apreciou pintar e pesquisar sobre a história da arte e seus artistas. Começou a estudar artes plásticas em sua juventude vivida em sua cidade natal com o professor Francisco Claudio Granja (1976-1978). Em São Paulo estudou desenho e pintura em cursos ministrados em um Ateliê Livre por Valdir Sarubbi (1980–1983 e 1998–2000) e pintura com Selma Daffrè (2000-2003).

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