Picasso
O pintor Picasso
Tem oito fases:
Azul
Rosa
Cubismo analítico
Cubismo sintético
Clássica
Metamorfoses
Política
Maturidade
Teve oito mulheres:
Fernande
Eva
Olga
Marie-Thérèse
Dora
Françoise
Geneviève
Jacqueline
Nasceu em Málaga
Morreu no sul da França
Deixou um enorme legado
Como o maior artista do século XX
Eduardo: 5 meses
San Francisco

Observo um lindo postal
Dessa cidade que
Para mim é distante
Ela parece-me compacta
Com sua ponte, seu rio
Os prédios falam mais do
Que seus milhões de habitantes
E o dólar fala mais e mais
Alto que todos. Toda a
Humanidade desumanizada
Pelo dinheiro sujo.
(Fase das moscas ideológicas)
Artista Plástico Alexander Pacheco: Garota de Ipanema, Florista e Zé do Pandeiro
A Arte de Alexander Pacheco
Artista Plástico carioca nascido em 18 de Abril de 1974.
Desde a infância sentia paixão pela arte e pesquisava a vida dos grandes gênios da pintura. Iniciou sua carreira como autodidata ainda na juventude e a interrompeu aos vinte e dois anos, quando nasceu seu primeiro filho.
No ano de 2000, incentivado pelos amigos artistas Hilário Silva Neto, Vera Marques e Raimundo Botelho, reassumiu sua carreira e desde então, vem participando de diversas exposições individuais e coletivas, recebendo também algumas premiações.
Seus trabalhos já figuram em coleções particulares no Brasil e no exterior.
Admirador dos mestres Portinari e Di Cavalcante, Alexander Pacheco absorveu deles a essência, sem contudo, lhes copiar o estilo.
Sua obra tem um estilo próprio, que imprime sua identidade, através de telas que são criadas em séries, como forma de identificar o momento histórico, ou fatos do quotidiano que retrata à óleo em telas multicoloridas impregnadas de brasilidade.
Informações sobre o artista, sua carreira, parcerias e aquisição de obras: Luiz Carlos da Costa Paula
E-mail: costapaulaartes@gmail.com
WhatsApp: (21) 9 9140-9641
Miami – +1(305) 3436127 – Fedrizzi
Sobrinho Ulisses: 21 anos de ausência…
“Para meu primo Ulisses:
A tristeza de sua ida, primo, atormenta minha mente a todo instante, mas com certeza não a minha alma, porque eu sei (dizem que a fé humana é cega) que você está no melhor dos lugares, orando por nós, em especial pelos seus pais e irmã, de quem o sofrimento se aproxima muito da superação da alma. Te peço sinceramente que reze muito por eles.
Caminhe em paz, pois um dia nos veremos novamente. Te amo.”
Diogo Fernandes Matosinho – Sobrinho
23/Fev/98
Foto antiga
Rosa sim
Morro de cor 1
A contraposição da magia e da religião nos pensadores clássicos
Em um curso na Sociologia da USP abordei esse tema em um papper cuja poesia a seguir abre esse trabalho. Mostro na introdução que a memorável obra universal de Dante Alighieri (1265-1321) “A divina comédia: o inferno”, que se tornou a base da língua italiana moderna, traz no final do seu Canto XX esse trecho poético, e que essa parte do poema épico mostra que na criação dantesca tanto Scott, como Bonatti, como Asdente ficaram confinados no oitavo e penúltimo círculo do inferno. E eles não eram nada mais do que astrólogos que praticavam algo entendido pelo poeta italiano como sendo “magia”, empregando em seu ofício imagens, ervas e malefício. Eis parte da contraposição…
“Chamou-se Eurypilo; nalguma parte
A minha alta Tragédia o assegura
(E, pois que a sabes, disso has de lembra-te).
Ess’ outro, que é tão fraco de figura
Miguel Scott se chamou: foi verdadeiro
Professor de magia e de impostura.
Olha Bonatti; e Asdente (o feiticeiro
Que tarde tem saudade do exercicio
Da sovéla e cerol de sapateiro);
E as tristes que de bruxas no ofício
Fizeram, desprezando agulha e roca,
Com imágens, com ervas, malefício.”
Dante Alighieri – A divina comédia, o inferno – Canto XX, página 191 (tradução de Domingos Ennes, 1947)