O absurdo muro de Berlim, barrando com concreto no passado aquele povo, e que caiu de podre em 89,
O inadmissível muro da barreira na Cisjordânia, entre Israel e Palestina, mostrando uma pseudosegurança e não defesa no Levante,
O implausível muro da fronteira entre Estados Unidos e México, que tenta, sem sucesso, conter a imigração,
O intolerável muro da zona desmilitarizada da Coreia, separando ainda hoje os criativos coreanos,
O incabível muro de Ceuta e Melilla, entre Espanha e Marrocos, na infrutífera ideia de barrar os imigrantes africanos na Europa,
O inconcebível muro de Chipre, dividindo a comunidade greco e turco-cipriota.
O muro “invisível” de Cuba, que sonhei essa noite, e que bloqueou e estagnou o desenvolvimento da ilha.
E “O muro”, intransponível diante do destino, livro onde o filósofo existencialista Jean-Paul Sartre, diz que “a dúvida é o preço da pureza”, e usa o muro como uma barreira física e psicológica para o homem.
Noticia o caderno “Internacional” de hoje do UOL que “Mais de 40 mil imigrantes entraram em Ceuta em um dia, estima Espanha” e acrescenta em imagem de captura de tela obtida de um vídeo Atlas/ via Reuters, que “migrantes caminham ao lado de um membro da Guarda Civil pós atravessarem a nado a fronteira de Ceuta, Espanha, vindos do lado marroquino”… – Veja mais em https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2026/07/31/atualizacao-ceuta-crise-migratoria.ghtm.