Minha arte acontecendo no Instagram de Oscar D’Ambrosio

Oscar D’Ambrosio (@oscardambrosioinsta) voltou a mostrar minhas contribuições (Quando sugere estar enviando uma frase, uma imagem, com a fichinha técnica e com o nome do pensador citado, para conversar com a frase original dele…):

Escritor, curador, crítico de arte, pós-doc em educação, arte e história da cultura, e jornalista (www.oscardambrosio.com.br)

Imagem 1

Oriente, 1998
Eduardo Matosinho
Guache, lápis de cor, canetinha colorida e carimbo sobre papel
23 x 32 cm

“Se um torrão de terra for levado pelas águas até o mar, a Europa ficará diminuída, como se fosse um promontório, como se fosse o solar de teus amigos ou o teu próprio; a morte de qualquer homem me diminui, porque sou parte do gênero humano. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti.”
Ernest Hemingway (Oak Park, Illinois, Estados Unidos, 21 de julho de 1899 — Ketchum, Idaho, Estados Unidos, 2 de julho de 1961).
In: Por quem os sinos dobram (Trecho) (https://ematosinho.com.br/?p=6769)

O diálogo proposto entre as cores é somado a uma pesquisa de formas. Esses dois elementos são articulados em uma composição que lida com o espaço como um lugar em que todo tipo de experimentação se torna possível para criar os mais diversos tipos de estranhamento que levam a visões e interpretações renovadas.
Oscar D’Ambrosio

https://www.instagram.com/p/DXGJ7o4gApq/

Imagem 2

O beijo na selva, s/d
Eduardo Matosinho
Massa corrida, lápis de grafite e lápis de cor sobre papel
30 x 20 cm

“Sem a cultura, e a liberdade relativa que ela pressupõe, a sociedade, por mais perfeita que seja, não passa de uma selva. É por isso que toda a criação autêntica é um dom para o futuro“.
Albert Camus (Mondovi, Argélia, 7 de novembro de 1913 – Villeblevin, França, 4 de janeiro de 1960).
In “Dez frases de Albert Camus” (https://ematosinho.com.br/?p=6322)

O ser misterioso que surge desperta empatia. Talvez isso ocorra porque toda obra de arte deseja se comunicar conosco de modo a instaurar um diálogo afetivo. Afinal, uma obra somente existe quando é vista e interpretada por alguém.
Oscar D’Ambrosio

https://www.instagram.com/p/DYih2DegT2a/

Imagem 3

Nariz de banana, s/d
Eduardo Matosinho
Nanquim diluído em água, guache Caran d’Ache e lápis grafite
26 x 17 cm

“É na arte que o homem se ultrapassa definitivamente.”
In: Simone de Beauvoir em sete frases célebres (https://ematosinho.com.br/?p=12970)
Simone de Beauvoir (Paris, França, 9 de janeiro de 1908 – 14 de abril de 1986) foi uma influente filósofa existencialista e feminista francesa, conhecida por questionar papéis de gênero e defender a liberdade individual.

“Nunca se é homem enquanto se não encontra alguma coisa pela qual se estaria disposto a morrer”. In “A Idade da Razão”, 1945
In: Frases de Jean-Paul Sartre (https://ematosinho.com.br/?p=6646)
Jean-Paul Sartre (Paris, França, 21 de junho de 1905 – Paris, França, 15 de abril de 1980) foi um filósofo, escritor e crítico francês, conhecido como representante do existencialismo.

Um rosto é uma representação visual sempre desafiadora, pois tem como referências nós mesmos e o outro. Transformar a imagem humana constitui um exercício permanente de interpretação, pois cada mudança leva o olhar para um universo de interpretações. A imagem criada, assim, fala por si mesma e cada um a lê como acha e como consegue, utilizando a sua emoção, exigência técnica e criatividade.
Oscar D’Ambrosio

https://www.instagram.com/p/DZqIGw4pT2D/

Autor: ematosinho

Eduardo Matosinho tem 61 anos, nasceu em Ourinhos - SP em 1964 e é economista e sociólogo com bacharelados pela Universidade de São Paulo (USP). É casado com Luiza Maria da Silva Matosinho e com ela tem um filho de nome João Alexandre da Silva Matosinho. Mora em São Paulo e trabalha na Galeria Pontes, dedicada à arte popular brasileira contemporânea (https://www.galeriapontes.com.br/), onde já está há 19 anos. Sempre apreciou pintar e pesquisar sobre a história da arte e seus artistas. Começou a estudar artes plásticas em sua juventude vivida em sua cidade natal com o professor Francisco Claudio Granja (1976-1978). Em São Paulo estudou desenho e pintura em cursos ministrados em um Ateliê Livre por Valdir Sarubbi (1980–1983 e 1998–2000) e pintura com Selma Daffrè (2000-2003).

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