Bosquê: Reconhecido artista mato-grossense residente em Cáceres

Carlos Alberto Bosquê Junior, conhecido profissionalmente apenas como Bosquê, é um artista plástico e professor renomado, com significativa atuação e reconhecimento no estado de Mato Grosso e em nível nacional.
Destaque na frente de lutas e conquistas na valorização da classe artística e cultural trabalhadora desde seu primeiro emprego de capacitação a população ribeirinha, assentados e impactados pela usina Sérgio Mota CESP quando trabalhou em São Paulo. Bosquê também realizou projetos de qualificação profissional com grupos de assentados no Pontal do Paranapanema , foi presidente de sindicato por dois mandatos e trabalhou projetos de arte e saúde em aldeias com comunidades indígenas na região amazônica em Rondônia.
Reside e trabalha em Cáceres, trabalhando no Centro de Referência de Direitos Humanos da UNEMAT, e trabalhos ligados à proteção do meio ambiente e ao Patrimônio Histórico de sua região. Suas obras já integraram o acervo do Museu de Arte do Parlamento de São Paulo, Secretária de Cultura do Estado de Mato Grosso, colecionadores nacionais e internacionais.

Formação e Atuação Profissional: Bosquê é graduado em pintura pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo (FEBASP) e possui mestrado em educação profissional escolar pela Universidade Federal de Rondônia UNIR. Além de sua carreira artística, ele é professor de arte na rede federal de ensino, no IFMT, Campus Cáceres Prof. Olegário Baldo.

Prêmios e Participações em Salões: Ele participou e foi selecionado para diversos salões de arte, como o 25º Salão Jovem Arte de Mato Grosso, Mapa Cultural Paulista e recebeu menção honrosa em outros eventos e municípios. Recentemente, ele também atuou como jurado técnico em prêmios de artes visuais no estado, como o 1º e 2° Prêmio MT Artes e o Prêmio “Vera Hiroko Okazaki Vieira”.

Liderança Associativa: Ele é uma figura atuante na organização da classe artística, sendo idealizador e presidente da Associação dos Artistas Plásticos do Estado de Mato Grosso (ARTEMAT).

Estilo e Temática: Tendo se apaixonado pela natureza pantaneira após se mudar para Mato Grosso, o artista incorpora elementos regionais em suas obras, como a cartilha “A arte nos trilhos do Iata”, diversas ilustrações e capas de revistas literárias e poéticas como a Pixé que foi destaque junto a escritores da academia de letras de Mato Grosso. O estilo pessoal artístico que participa de salões a qual tem sua forte identidade visual é o surrealismo, acompanhado de obras expressionistas e conceituais, destacando produções únicas com forte reflexão visual e experimentações formais com resultados a qual coloca o artista com suas obras como um dos mais diversificados estilo no cenário artístico mundial. Portanto, sua fama e renome no cenário artístico são marcados com contribuições tanto na produção de arte quanto na educação e organização cultural, democratizando o acesso e a igualdade de muitos artistas para oportunidades construídas juntas, valorizando jovens artistas, iniciantes e renomados numa porteira de inclusão e fortalecimento para o reconhecimento da classe profissional.

Contatos:
www.instagram.com/artemat.mt
bbosquejr@gmail.com
WhatsApp: (65) 9 9984-1621

Artista indicado para o blog por Valdir Ricardo, que comenta: “Gostaria que fizesse uma postagem em seu site. É de um colega meu, dê essa força aí”.

Autor: ematosinho

Eduardo Matosinho tem 61 anos, nasceu em Ourinhos - SP em 1964 e é economista e sociólogo com bacharelados pela Universidade de São Paulo (USP). É casado com Luiza Maria da Silva Matosinho e com ela tem um filho de nome João Alexandre da Silva Matosinho. Mora em São Paulo e trabalha na Galeria Pontes, dedicada à arte popular brasileira contemporânea (https://www.galeriapontes.com.br/), onde já está há 18 anos. Sempre apreciou pintar e pesquisar sobre a história da arte e seus artistas. Começou a estudar artes plásticas em sua juventude vivida em sua cidade natal com o professor Francisco Claudio Granja (1976-1978). Em São Paulo estudou desenho e pintura em cursos ministrados em um Ateliê Livre por Valdir Sarubbi (1980–1983 e 1998–2000) e pintura com Selma Daffrè (2000-2003).

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