118 anos da imigração japonesa

Zebra Japan – Pássaros ao sol

Em 2008, comemorou-se o centenário da imigração japonesa ao Brasil. E hoje a imigração bate 118. A data é marcada pela chegada do navio Kasato Maru em 1908 na cidade de Santos, vindo do porto de Kobe, no Japão. Com ele, chegaram as primeiras 165 famílias para trabalhar nos cafezais do oeste paulista. Nesses cento e dezoito anos os japoneses com sua incrível capacidade de convivência e empreendedorismo se espalharam pelo país e se dedicaram às mais variadas atividades.
Pesquisas apontam que de 1918 a 1970 cerca de 210 mil imigrantes japoneses vieram para o Brasil. Estima-se em 1,5 milhão o número de descendentes de japoneses que vivem no Brasil, de acordo com o Centro de Estudos Nipo-Brasileiros. Em São Paulo está concentrada a maior comunidade de descendentes de japoneses fora do Japão. Atualmente, 75% dos descendentes estão no Estado de São Paulo (40% somente na Grande São Paulo), 15% da população encontra-se no sul do Brasil, com grande concentração no Paraná, e os 10% restantes em outros estados.
Em São Paulo essa comunidade é considerada a maior comunidade de descendentes de japoneses fora do Japão. De acordo com dados de 2006 do Ministério da Justiça do Japão, 313 mil nipo-brasileiros estão no Japão trabalhando como dekasseguis (trabalhadores temporários).

Autor: ematosinho

Eduardo Matosinho tem 61 anos, nasceu em Ourinhos - SP em 1964 e é economista e sociólogo com bacharelados pela Universidade de São Paulo (USP). É casado com Luiza Maria da Silva Matosinho e com ela tem um filho de nome João Alexandre da Silva Matosinho. Mora em São Paulo e trabalha na Galeria Pontes, dedicada à arte popular brasileira contemporânea (https://www.galeriapontes.com.br/), onde já está há 19 anos. Sempre apreciou pintar e pesquisar sobre a história da arte e seus artistas. Começou a estudar artes plásticas em sua juventude vivida em sua cidade natal com o professor Francisco Claudio Granja (1976-1978). Em São Paulo estudou desenho e pintura em cursos ministrados em um Ateliê Livre por Valdir Sarubbi (1980–1983 e 1998–2000) e pintura com Selma Daffrè (2000-2003).

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