Laércio Moraes: Bicicleta na sala e Maria fumaça

Laércio Moraes (Lalá) nasceu em 7 de setembro de 1963, está com 57 anos, cursou desenho artístico e publicitário na década de 80 e hoje reutiliza várias técnicas. Já participou em exposições no grande ABC e estudou na Fundação das Artes de São Caetano do Sul-SP em 2018.

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lalaalexandre@hotmail.com

Viewing room de Alex Červený

A galeria Casa Triângulo realiza o viewing room (sala de visualização) de Alex Červený com obras feitas em diferentes épocas, diversas de técnicas e referências que marcam a trajetória do artista.

“Neste viewing room destacamos obras que, produzidas em diferentes épocas, contemplam a diversidade de técnicas e referências que marcam a trajetória do artista Alex Červený. Os trabalhos aqui reunidos apresentam narrativas que comentam, de maneira singular, a complexidade e a sublimidade do mundo contemporâneo.”

Informa em seu site a galeria Casa Triângulo.

A partir de 17/06 no site da Casa Triângulo.

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Notícia via Instagram do @mapadasartesoficial.

Sagaz MCZ: Pintura à óleo e Graffiti

Sagaz MCZ

Desde a sua formação em Design Gráfico (2011), seu estilo aprimorado e original, vem se destacando em vários estados do Brasil e fora do país.

Reconhecido como Street Artist (Sagaz), se distingue nas diversas técnicas como: graffiti, pinturas em tela, caligrafia, grafismo, stencils, lambes e arte digital.

Além das suas atividades nas ruas, também ramificou sua identidade visual em produtos de vestimenta (camisas, bonés) e decoração de interiores (prints, pôsteres, telas, canecas, bandeiras, pinturas em paredes, etc…)

Nascido em Maceió, Alagoas. Hoje está situado na capital de São Paulo.

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Gravuras em metal de Arnaldo Battaglini

“Em 1983 e 1984 recém chegado da Inglaterra , eu estava focado no desenho, gravura e aquarela , continuando a pesquisa que iniciei em 1981 onde me interessei por fazer analogias poéticas entre detalhes do corpo humano e formas da natureza como conchas, nuvens e montanhas . Na mostra individual que realizei na Galeria Paulo Figueiredo em São Paulo, em outubro de 1982, apresentei uma seleção destas gravuras e aquarelas .

Minha pesquisa seguiu nesta direção por algum tempo mas aos poucos meu interesse passou a se voltar exclusivamente para a figura humana.

Esta série de desenhos realizados entre 1983 e 1985 foram realizados em colaboração com o bailarino e modelo Celso Nogueira. Meu novo interesse nesta série foi trabalhar não só o corpo humano em movimento como testar os limites da minha percepção e representação da figura humana.

Eu buscava me afastar de uma descrição realista do assunto, tal qual vinha trabalhando nos anos anteriores. Queria ganhar liberdade no gesto e na utilização exclusiva da linha como registro gráfico puro e essencial reunindo nela a síntese entre o bidimensional e o tridimensional aliando a expressão do corpo humano, sua potência de sensualidade, movimento e pulsação. No inicio desta série, mantive a fidelidade à forma e junto a ela a liberdade em sobrepor as figura em movimentos sucessivos, o que trouxe uma nova liberdade nas composições com transparência e leveza .

No decorrer destes 3 anos passei a solicitar movimentos em “câmera lenta” do modelo trazendo a mim mesmo maiores desafios aos desenhos rápidos, com gestualidade acentuada e gradual afastamento de detalhamentos do corpo, me concentrando nos eixos que mais definiam aquelas presenças corpóreas traduzidas em grafismo em forma de ritmo.

O resultado deste trabalho que reuniu dezenas e dezenas de desenhos foi apresentado na mostra “Desenhos”, realizada no Paço das Artes na gestão de Alberto Beutenmuller em julho de 1985 .

A mostra contou com a crítica publicada de Radhá Abramo na Folha Ilustrada e de Alberto Beuttenmuller na revista Visão durante o período da mostra.”

Texto do artista Arnaldo Battaglini (abril 2020)

Essas obras encontram-se disponíveis na galeria Gravura Brasileira.

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José Carlos: Depois do escuro e Homenagem à liberdade

José Carlos Bacelar Viana

Nascido na cidade de Recife, iniciou no mundo das artes logo cedo. Quando criança, respirava arte por todos os cantos; dentro de casa, no ateliê de seu pai e por muitos os lugares que frequentou em razão do estilo de vida da família. Sua maior diversão sempre foi desenhar e observar todas aquelas obras de arte que lhe cercavam. Mais tarde, no ano de 2014, passou a desenvolver as suas pesquisas e passear por diferentes técnicas de pintura, até que as cores o encontraram e os traços desconsertados começaram a dar vida as suas primeiras obras. Com toda a certeza, a sua maior referência era o seu pai, em todos os sentidos. Porém, em algum momento se libertou daqueles velhos personagens da nudez e dos “narigões”. Foi quando iniciou a sua própria identidade e hoje podemos considerar que o estilo Pop e suas cores vibrantes não deixam de estar presente em suas obras. Em 2018 realizou a sua primeira exposição coletiva no Nannai Resort e em 2019 a sua primeira Solo no espaço CDC no Poço da Panela.

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Luis Antonelli: Flores trazendo luz para a quarentena e Antúrios e seus detalhes

Luis Antonelli

Nascido em 2 de Setembro de 1956, na cidade de Resende, Rio de Janeiro. Interessou-se pelas artes desde jovem através de seu contato com o Museu de Arte Moderna de Resende. Buscou o aprofundamento das suas técnicas e linguagem artística participando de cursos realizados em Resende, e, em seguida cursou a graduação em Arquitetura e Urbanismo, na Faculdade de Arquitetura de Barra do Piraí, tendo sido diplomado em 1982. Com sua transferência para o Rio de Janeiro, seguiu especializando-se tendo a oportunidade de participar de cursos na Escola de Belas Artes e no Parque Lage. Ao longo de toda a sua vida profissional esteve próximo das artes, tendo percorrido os seus 31 anos de carreira como arquiteto museógrafo do Museu Histórico Nacional, realizando montagem de exposições permanentes e temporárias. Possui um atelier em Itaipava, distrito de Petrópolis, Rio de Janeiro, desde o ano de 1996, onde realiza
aprofundamento e desenvolvido novas temáticas e técnicas de representação artística.

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