Miguel dos Santos: Boi alado, de 3 cabeças e montado, Solar grande mãe solar e Asa branca com ex-voto

Nascido em 1944 em Caruaru-PE, reside e trabalha desde 1960 em João Pessoa. Considerado um dos maiores ceramista do país, é também pintor. Participou de dezenas de exposições individuais e coletivas em importantes galerias e museus no Brasil e no exterior – Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, João Pessoa, Brasília, Argentina, Bélgica, Chile, Colômbia, Dinamarca, Estados Unidos e Nigéria. Cria esculturas personalíssimas, com forte influência africana e do imaginário das lendas nordestinas, explorando com competência a composição figurativa de animais míticos e fantásticos. Característicos de seu trabalho são os totens, que chegam a medir 3 metros de altura. Suas peças são realizadas com o barro da própria região onde trabalha e queimadas em forno elétrico de alta temperatura. Participou do Movimento Armonial, criado por Ariano Suassuna, junto com outros artistas e intelectuais nordestinos. Miguel é autor de um magnífico painel cerâmico na fachada da sede do edifício da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba e três de seus totens decoram os jardins do Sítio Burle Marx, no Rio de Janeiro.

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Irene Koga: Mais dos trabalhos que intitula “Mãos à obra”

Irene Koga

Nascida em 1946 em Santo Antônio da Platina – PR. Artista Plástica de Ourinhos – SP e atuante junto às artes visuais.

Irene Pereira de Oliveira Koga é uma artista nata e aos 12 anos de idade já pintava seus primeiros quadros, tornando-se uma destacada artista do Impressionismo, do Expressionismo e do Abstrativismo brasileiros dos últimos tempos. Dona de uma personalidade única, uma criatividade enorme e uma boa dose de ousadia, Irene se fez grande artista. Ela também foi atriz e cantora. Possui quadros disputados internacionalmente e obras presentes nos lares de muitas personalidades, como o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, Hebe Camargo, Vânia Bastos, Neide Tomas, Ray Conniff e mais de 600 obras espalhadas pelo exterior. Suas pinturas hoje constam no dicionário Artes Plásticas Brasil e Brasil Visão Artística.

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Novidade: Irene Koga está em Teatro Municipal De Ourinhos.

“Hall das artes” 🎨
Seis décadas de arte e amor.
Irene Koga
Você é o nosso convidado para essa noite especial de homenagem a vida e trajetória de Irene Koga.
Exposição – Fotos – Música e Arte.
Entrada Gratuita.

“É com muita alegria que venho aqui através das redes sociais de minha Mãe (Irene Koga), convidá-los para a Exposição de artes e homenagem as “Seis décadas” de trabalho e conquistas, que será realizado a ela, nesta Quarta-feira (02), às 20h, no Teatro Municipal “Miguel Cury” em Ourinhos/ SP. A noite contará com inúmeras obras de artes e um pouco da sua vida e trajetória na arte, TV e na política.❤️ Contamos com a presença de todos amigos e parceiros queridos, neste dia tão especial.🙏🎨 Obs. Por favor confirmar a presença para o Coquetel pelo número (14) 9 9722-6200. Pedro Koga.📌
Obrigado
Até Quarta.”

#HalldasArtes #culturaourinhos

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E acrescenta Fernando Lima jornalista do portal “Correio Ourinhos – Notícias de Ourinhos – SP e região”: A exibição mostrará obras de seu acervo pessoal que ficaram em galerias do Brasil e do exterior e que a exibição, planejada em parceira com a Secretaria Municipal de Cultura de Ourinhos, é aberta ao público.

Sagaz MCZ: Oil on canvas

Sagaz MCZ

Desde a sua formação em Design Gráfico (2011), seu estilo aprimorado e original, vem se destacando em vários estados do Brasil e fora do país.

Reconhecido como Street Artist (Sagaz), se distingue nas diversas técnicas como: graffiti, pinturas em tela, caligrafia, grafismo, stencils, lambes e arte digital.

Além das suas atividades nas ruas, também ramificou sua identidade visual em produtos de vestimenta (camisas, bonés) e decoração de interiores (prints, pôsteres, telas, canecas, bandeiras, pinturas em paredes, etc…)

Nascido em Maceió, Alagoas. Hoje está situado na capital de São Paulo.

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Daniela Araujo (Niela Arade): “Galáxia, um fantástico mergulho sensorial 1” e “Precious”

Daniela Araujo de Deus Rodrigues, brasileira, paulistana, casada, mãe, nascida em 13.02.1975. Formada em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, em 1998. Servidora pública federal – analista judiciária no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região – São Paulo. Em 2020, em meio à pandemia, começou a pintar telas e painéis com o intuito de adequar os ambientes do seu apartamento às cores afetas a cada baguá do Feng Shui. A partir daí, aprendeu, como autodidata, a técnica do acrílico fluido derramado (“pouring”) e começou a imersão nesse Universo maravilhoso da arte abstrata, sempre inspirada por Kandinsky, precursor da Arte Abstrata. Procura expressar os sentimentos mais sinceros em cada obra, seguindo a sua intuição. Muitas vezes imagina uma determinada arte final mas, durante o processo, se pauta pelas impressões criadas, analisa o conjunto, se afasta, se aproxima, e, assim, adequa os detalhes, cores, pinceladas e espátulas para que haja um resultado agradável aos olhos e que, ao mesmo tempo, cause um envolvimento com a arte pelo observador, uma curiosidade natural e provocativa, aquela vontade de desvendar e apreciar no íntimo o propósito daquela arte, cada qual fazendo a sua interpretação. E isso é muito gratificante, essa troca de interpretações e análises profundas em relação à arte posta. Tem 13 telas expostas e disponíveis na galeria virtual “Galeria 9”. Em fevereiro de 2021 – tela “Os Dragões da Noite” (acrílico fluido derramado; 20×40 cm) selecionada pela Convocatória da revista de artes “The Hidden Mag”, 3ª edição. Em dezembro de 2022, as obras “Ah!!! Zul!!!” (acrílico sobre tela; 40 x 60 cm) e “Floresta Encantada” (acrílico fluido derramado; 60 x 60 cm) foram selecionadas pela Convocatória da “Revista Creator “, 4ª edição – revista digital.

Perfil criado por Daniela Araujo (Niela Arade) para divulgação e vendas de suas telas abstratas – acrílico sobre tela.

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San Bertini: “Memórias e viagens” e “A janela”

San Bertini, ou Sandra Bertini (1971), natural de São Paulo, iniciou os seus estudos de pintura em 1982 na Penha, com o Artista Professor César Sarau, com quem estudou durante sete anos.
– Liceu de Artes e Ofícios – Centro Cultural durante dois anos (1986 e 1987), estudos de História da Arte, Perspectiva, Anatomia e Modelo Vivo.
– Ateliê do paisagista Alexandre Reider, (2002 e 2003).
– Workshops de Modelo Vivo Avançado com Gilberto Geraldo de São Petersburgo (2003).
– Curso de Atelier de Técnicas e Manipulação de Tintas a Óleo, seus Vernizes e Pigmentos (2006), Centro Cultural Casa do Restaurador.
– Curso de Atelier de Técnicas e Manipulação de Tintas Acrílicas, seus Vernizes e Pigmentos (2006), Centro Cultural Casa do Restaurador.
– Curso de Pincéis (2007), Centro Cultural Casa do Restaurador.
– Bacharelado em Artes Visuais (escultura, pintura e gravura) no Centro Universitário Belas Artes de São Paulo (2008).
Profissionalmente em 1994 executou trabalhos de ilustração para a revista Alquimia, realizando a primeira exposição durante o lançamento da referida revista, no Centro Cultural Moriconi, em Suzano. Em 1995 criou e realizou a capa da revista Alquimia (nº 4 com o título Anjos – Mitos ou Realidades).
Em 1995 iniciou as suas atividades como professora de desenho e pintura.
Professora de desenho do Centro Cultural Casa do Restaurador (2006 a 2008).

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Silvana dos Santos Pereira: Mensagem bilíngue de final de ano

Silvana Marques dos Santos Pereira

Artista brasileira, residente em São Paulo, nasceu na Bahia, em um ambiente artístico, de uma família de artistas reconhecidos. Pinta desde a infância e ao longo de muitas décadas, exerceu atividade profissional como professora da Fundação Getúlio Vargas e empresaria, mantendo sempre a pintura como uma profunda necessidade pessoal. Há 3 anos conseguiu viabilizar dedicação exclusiva à pintura.

Desde muito cedo na infância frequentou os Ateliês de Candoca e Mario Cravo, onde aprendeu e praticou seus primeiros passos. Estudou artes em San Jose – Califórnia, em 1970/1971, foi introduzida ao óleo, pastel e aquarela. Frequentou a Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia – Curso livre – durante 1974-1976, onde foi orientada pelos professores Riolan Coutinho e Juarez Paraiso, aprofundando o estudo do retrato através da exploração de técnicas como a pintura a óleo, pastel seco e carvão vegetal. Na década de 80, com professor Carlos Fajardo aprofundou em arte moderna e abstrata. Atualmente desde 2019, estuda com professor Paulo Pasta, no Instituto Tomie Ohtake.

Ao longo de anos, desenvolveu principalmente retratos e recentemente tem explorado as dimensões abstratas através de pastel seco e paisagens com óleo sobre canvas.

Pinta de forma intuitiva, impulsionada por sua observação e sentimento empírico do mundo.

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O livro “Cartas da alteridade” faz 2 anos

Em comemoração aos 2 anos da publicação do livro “Cartas da alteridade” selecionamos um novo poema em versão bilíngue para brindar essa data. Leiam:

Vermelho Campari

uma tarde de domingo, tantos anos e ainda agora
cigarros acesos, cinzeiros cheios, fazia sol lá fora
assim, bem triviais, ríamos tal qual deuses imortais
Campari com limão e o gelo resta inteiro no copo
o mar que se vê pela janela traz as mesmas ondas
o termômetro na calçada ainda marca os 37 graus
o vermelho do copo ilumina este tempo indiferente
assim será no ontem e neste silêncio aqui presente

Rojo Campari

una tarde de domingo, tantos años y aún ahora
cigarrillos prendidos, ceniceros llenos, afuera hacia sol
así, bien triviales, nos reíamos tal cual dioses inmortales
Campari con limón, el hielo sigue entero en el vaso
el mar que se ve por la ventana repite las mismas olas
el termômetro en la vereda aún marca 37 grados
el rojo del vaso ilumina al tiempo rojo indiferente
asi será en el ayer y en este silencio aqui presente

“Cartas da Alteridade” (Selo Demônio Negro, 2020), neste post com a tradução para o castelhano de Douglas Diegues.

Sobre autor

Edney Cielici Dias, poeta devotado ao ofício da palavra, é doutor em ciência política, economista, jornalista e editor.

Selo Demônio Negro

R$ 42,90

Frete grátis para todo o Brasil

www.facebook.com/cartasdaalteridade

Alex Červený: Novas pinturas

“Mano Poderosa”, 2022, 35 x 27 cm, óleo sobre linho e “Mangueira”, 2021, 35 x 27 cm, óleo sobre linho

Alex Červený por Suely Grisanti (trecho)

“O apuro técnico é um denominador comum na obra de Alex Červený. Ele não se prende a uma única técnica ou material: desenhos, esculturas, pinturas, bordados, colagens, cerâmicas, fotografias e gravuras, estão presentes em sua obra.
Como tema, utiliza-se de referências históricas, “algumas delas biográficas, como as figuras retorcidas e elásticas – lembranças de sua vivência de artista circense; outras literárias, e outras, ainda, dos meios de comunicação em massa, criando uma intrigada alegoria” (Bienal Naïfs, 2010).

Valoriza o processo de trabalho e o diálogo entre suas obras. Como resumiu o artista, “Eu me sinto mais um escritor que escreve imagens, me sinto mais um cronista que um artista. A tradição que me agrada na arte é essa de contar histórias, como retábulos, como os muros assírios que contam histórias de batalhas…”

Alexandro Júlio de Oliveira Cerveny nasceu em São Paulo em 1963. Seus pais, um arquiteto e uma professora especializada em ensino para cegos, foram os primeiros responsáveis por seu interesse pelas artes. O pai, apresentando e fornecendo a ele os vários materiais disponíveis para se expressar através do desenho e a mãe lhe ensinando que as pessoas poderiam ter diferentes formas de olhar e observar o mundo ao seu redor – as distintas formas de visão.

Iniciou seus estudos em uma escola de método experimental (Grupo Escolar e Ginásio Experimental Dr. Edmundo de Carvalho), na Lapa, que se destacava no meio pedagógico, graças à atuação de educadores e pesquisadores como Terezinha Fran, Diva F. Sgueglia, Ana Maria Popovic entre outros. A escola desde cedo lhe proporcionou uma abertura para novas ideias e para as artes.

Formação Artística

Nos anos 1970, conheceu Valdir Sarubbi, na ocasião seu professor de teatro no grupo Experimental. Como educador, Sarubbi incentivava seus alunos a desfrutarem da biblioteca e da discoteca que mantinha em seu ateliê, para desenvolverem o gosto pela literatura e música.

Com ele aprendeu que a arte – o desenho, a escultura, o teatro – deve expressar a percepção interior de cada um. Dizia ele que “o importante não é o engajamento do artista dentro da tendência ou movimentos específicos, mas uma visão aberta de quem olha a obra de arte para apreciá-la naquilo que ela apresenta de sensível, seja sobre que forma for” (Bittar, 2002). Essa ideia foi marcante para a formação de Alex Červený.”

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