Thais Vellozo: Abstratos negros

Thais Vellozo nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, formou-se como artista plástica na Fundação Escola Guignard em 1988. Trabalhou como professora de desenho e criatividade na Galeria de Arte Gesto Grafico entre 1987 a 1991. Quando esteve na Itália produziu ilustrações publicitárias para o Stdio UP Immagnine e Communicazione, em Roma, nos anos de 1991 a 1992. Entre 1994 e 1996 de volta ao Brasil, em Belo Horizonte, trabalhou como professora de artes no Atelier Juçara Costa Expressões Artísticas. Em 1996 mudou-se para São Paulo, estudou História da Arte na Escola do Masp nos anos de 1998 a 2000 e, hoje ela permanece fazendo arte em São Paulo. Entre outras participou das seguintes exposições: III Salão do Humor / Salão do Candidato (Belo Horizonte/ MG), IX Encontro Culturale Italia – Brasile Cittá de Roma, Cidade Figurada / 452 anos da cidade de São Paulo, É Tudo Nosso / Circuito SP de Moda e Arte (Galeria Pontes/ SP), Mostra P / Obras em pequeno formato (Galeria Pontes/ SP) e Bicho (Galeria Pontes/ SP).

Contatos:
www.instagram.com/thaisspv
thaissimone@hotmail.com
contato@thaisvellozo.com.br

De professora a artesã-estilista

Luiza Maria da Silva Matosinho, nascida em Campo Maior – Piauí, na qual viveu sua infância em uma fazenda chamada Velame, e lá além de apreciar a liberdade de um lugar amplo se divertia e em alguns casos se desentendia com os irmãos, mas logos já voltavam a brincar juntos e lá faziam suas travessuras e criações como roupas das suas bonecas, para poder se destacar no meio dos demais. Lá na sua cidade fez o ensino fundamental um e dois e trabalhou desde o seu quatorze anos até aos vinte em um lojão que vendia de tudo, até sapato para cachorro, brincava o seu patrão aos clientes. Depois veio em dois mil e seis para São Paulo. E aqui começou ver alguns cachorros de sapatinhos e lembrava-se do seu ex-patrão fazendo propaganda da sua loja aos clientes e hoje virou febre no bairro onde mora com lojas de cachorros por todos os lados e roupas com suas roupas bem estilosas. Seu primeiro trabalho em São Paulo foi como auxiliar de limpeza em uma faculdade, ela fazia com tanta dedicação o seu trabalho que o setor que era encaminhada não queriam que lhe tirasse de lá, mas outros mais também precisariam dos seus préstimos e carinho. Até que precisou de um lugar para morar e uma pessoa de um dos setores que limpava lhe perguntou se ela conhecia alguém para trabalhar em sua casa como doméstica, ela falou que tinha, ela que mesmo não tendo registro em carteira nesse ofício se fosse interessante ela iria, pois precisava de um lugar para morar, contou a sua história e terminou trabalhando para essa pessoa por cerca de dez anos. Nesse tempo terminou o ensino médio, fez faculdade de pedagogia na PUC-SP e também conheceu o seu atual esposo no bairro e terminaram casando-se e tendo um filho. Depois começou a trabalhar como estagiária em uma escola passando para auxiliar depois a professora, mas com uma crise de depressão que na época tinham muito preconceito, mesmo sendo muito querida pela dona da escola foi mandada embora, meses depois conseguiu ingressar em outra escola e trabalhou por volta de uns doze anos. Saiu por se sentir que não tinha mas energias para se dedicar a escola e as crianças como achava que devia fazer e no dia seguinte pediu demissão, mesmo tendo carinho com a escola e as crianças, sem se programar financeiramente sabia que iria ser um desafio quando as contas da casa começassem a chegar, mas começou a se dedicar em organizar a sua casa interna como a sua casa física, estudando o auto conhecimento, um marco na sua vida foi a pandemia que começou a se voltar para dentro, curando as suas dores emocionais que travavam a sua criatividade, e a sua abundância, mental, espiritual e material e passou até uma paixão em busca do seu propósito e essa paixão, começou a trazer esse afinamento, por um lado com a busca do DIVINO, foi conseguindo fazer essa limpeza interna como se descascasse uma cebola e aos pouco foi destravando e a sua criatividade foi se revelando. E além das pessoas lhe elogiarem por a sua aparência mais jovial, mais desenvolta e carismática com as pessoas que até então não era assim. E passou a amar mais a si e ao próximo, e percebendo isso foi sendo cada vez mais grata ao seu Deus e essa conexão deixou a mais esperta e corajosa e com entusiasmo de arrumar a sua casa física também que foi ficando mais harmoniosa, e começou a escrever, e se dedicar a algumas coisinhas para deixá-la mais feliz. Foi então que teve um aniversário de uma amiga de seu filho e estava em débito em um presente a outra que fez  em janeiro, ambas amigas e escolheu entre suas jóias duas para as jovens adolescentes. E pensou: e a embalagem? Sim eu vou criar e começou a escolha do material pensando na jovem e com o carinho e amor que sentia por ela, não foi tão difícil confeccionar uma linda embalagem em forma de bolsa. E já a segunda, também simples, mas teve mais detalhes.

E assim conseguiu criar seis, como um dos dedos ficou machucado por causa do atrito da tesoura, ela deu uma parada para cicatrizar o ferimento.

Ela sente que com a sua coleção, deixará o seu legado e contribuição a Terra, é pouco, pode até ser, o importante não é o tanto que faz, e sim fazer, deixando a sua criatividade a novos artistas e estilistas do mundo, não mais enterrando o seu talento. Como disse o astronauta que pisou na lua “Um pequeno passo para um homem, um grande salto para humanidade”. Ela diz mais: ”Uma pequena bolsa à uma adolescente é um grande salto, uma criação para uma estilista”. Ela fez vários investimentos em vendas com jóias de pratas e na perfumaria, vendendo uma das principais marcas do seu país, mas não alavancou.

Mauro Silper: Segmentações e Paisagem no Éter

Mauro Silper, artista plástico brasileiro, paisagista contemporâneo autoral, cuja pintura examina a dinâmica da natureza em sua grandiosidade, beleza e alcance em conexão com o ser humano. A poética visual de sua obra se conduz pelos elementos que compõem os cenários urbanos e naturais, conectados com o cotidiano e com o estilo agitado das cidades, convergindo para a relação ideal da humanidade com a natureza preservada. Sua temática pictórica é caracterizada pela presença das montanhosas, lagos e mares, remetendo às vivências nas metrópoles onde residiu. A paisagem em meio a arquiteturas urbanas fluídas e eterizadas é a identidade de sua pintura, na qual permeia toda a natureza, inserida em uma atmosfera de sublimidade, além de um profundo sentido espiritual.

Breve Trajetória Artística

Nos últimos 25 anos, as realizações artísticas englobam 15 exposições individuais, 52 exposições coletivas, 6 premiações, 6 feiras de arte internacionais, 2 bienais de arte contemporânea, presença em 16 livros/catálogos e uma fortuna crítica apoiada em aproximadamente 35 textos de críticos de arte e curadores.

As principais exposições individuais ocorreram no Centro Cultural Câmara dos Deputados (“Quietude Íntima”), Centro Cultural Vallourec (“Luminescências”), Galeria de Arte Beatriz Abi-Acl, representante do artista no Brasil (“Segmentações” e “Intracenas”), na Colorida Art Gallery, representante do artista em Portugal e França (“Mauro Silper – Pintura”), além de exposições coletivas no Museu de Artes e Ofícios e no Museu Inimá de Paula.

Foi agraciado com prêmio aquisição nas edições 2016 e 2018 da Bienal de Arte Contemporânea de Brasília, sendo as obras adquiridas incorporadas a coleção institucional da Pinacoteca do SESC, em nível nacional.
Possui ainda, inúmeros trabalhos em coleções particulares e institucionais, no país e no exterior, como a Fondation Danielle Mitterrand (França), Museu Câmara dos Deputados DF, Vallourec, Museu Histórico Abílio Barreto, entre outras.

Sobre sua obra escreveu Rogério Zola Santiago, mestre em Crítica de Arte pela Indiana University (USA): “O mago das cidades e da natureza mesclada – suavidade e luz permeiam a obra de Mauro Silper. Ele residiu em Nova York quando as Torres Gêmeas estavam sendo construídas, então internalizou o bailado de concretude das megalópoles em contraponto com o fato de que o ser humano, lá, pode se apequenar ou crescer forte.

Permanece o traçado etéreo, que deixa vislumbrar através de tons acrílicos e aguadas impressionantemente expressivas. O insinuado “devoramento” do humano pela paisagem não se concretiza, pois Mauro Silper pinta esperança na colocação filosófica grega do homem numa contextura que sugere a tênue posição na relação com o ambiente, na possibilidade do cataclismo, em suposta lassidão, mas, em implícita vitória. A Arte nos redime (universalmente) na compensação estética do caos sublimado em beleza no qual Silper se desloca, trafega, e nos leva, em abandono inexorável”. (2023)

Brasil – Belo Horizonte

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Mauro Silper Art Studio
Produtora do artista | Cristina Fonseca

João Alexandre Matosinho e Cia. Teatral Pequenos Grandes Atores: “O artista morre no final”

“Estamos chegando!! Em junho estreia “O artista morre no final”, novo espetáculo da Cia. Teatral Pequenos Grandes Atores.

De 9 a 25 de junho, sextas e sábados às 20h00 e domingos às 18h00, na Bibli-Aspa (Biblioteca Centro de Pesquisa da América do Sul, Países Árabes e África).

Os ingressos já estão à venda e custarão R$ 30,00 e o esquema será o mesmo da peça anterior “Fomos Covidados”:

  • A pessoa faz o pix para elisama.mack@gmail.com
  • Em seguida, envia o comprovante com a data escolhida e os nomes das pessoas para ciapga2019@gmail.com

Para ajudar famílias em situação de vulnerabilidade atendidas pela Bibli-Aspa, pedimos que cada espectador leve um item que possa ser doado. Aceitamos roupas, alimentos não perecíveis, produtos de higiene pessoal, leite, fraldas.

‘A família Borges Albermman está em luto. Perderam o grande talento da família. Ninguém imagina quem possa ter interrompido vida e carreira de uma pessoa tão bacana e inofensiva. O público é convidado a testemunhar a investigação, e tentar, junto ao detetive Pascoal, desvendar o mistério envolvendo esse crime silencioso e aparentemente sem pistas. Os suspeitos? Todos, inclusive você!’

🎭🙏🏻🍀🖤”

Danielli Guerreiro – Diretora

#teatro #teatrosp #ciapga #pequenosgrandesatores #teatroadolescente #bibliaspa #suspense #comédia #oartistamorrenofinal

Bibli-Aspa
Rua Baronesa de Itu, 639 – Santa Cecília, São Paulo – SP (Próximo ao Metrô Marechal)
Telefone: (11) 3667-6077

O blog Redescobrindo chega a 500 mil páginas visitadas

Passamos hoje a marca dos 500 mil acessos. O blog já tem 881 posts publicados, 250 comentários aprovados, um total de 41.112 visitantes e 30.284 visitantes únicos. “Redescobrindo” foi o título que dei para meu livro de poesia concluído em agosto de 2003 e que aqui já foi publicado na íntegra. Acima seguem algumas imagens postadas recentemente.

Muito obrigado pelas visitas e pelo prestigio.

Um abraço e voltem sempre,

Eduardo Matosinho

A arte de Dulce Martins

Nascida em Santos, em 1957, a artista plástica Dulce Martins tem nas lembranças de infância, nos temas folclóricos e na natureza os principais pontos de partida de sua relação plástica com o mundo. Por meio da pintura, estabelece conexões com a realidade, interpretando o que está à sua volta. Existe em suas imagens pureza, simplicidade e, como costuma ocorrer no gênero naïf, um denso mergulho nas próprias raízes. Situações vividas, vistas ou mesmo imaginadas ganham espaço como expressões de uma inteligência visual. As soluções visuais decorrem justamente dessas evocações. Um elemento importante no trabalho de Dulce está na maneira como suas obras atingem a universalidade. Um dos dilemas da arte está justamente em tornar o particular universal. Não é tarefa fácil, nem imediata. Também não se obtém com planejamento, mas sim com um progressivo fazer e amadurecimento da própria linguagem. Extrair dos próprios momentos uma linguagem coletiva traz elementos que parecem inexplicáveis. Pode-se pensar em temas ou imagens arquetípicas, mas também cabe apontar, simplificando sem ser simplista, que o mergulho cada vez mais aprimorado de Dulce em si mesma permite atingir o que há de mais profundo na alma humana.

A presença das máscaras no cotidiano é o motivo de reflexão desta obra de Dulce Martins. Natural de Santos, no litoral paulista, situa a cena na chamada Casa da Frontaria Azulejada, uma célebre obra arquitetônica local, construída em 1865 para residência e armazém do comendador português Manoel Joaquim Ferreira Netto (1808-1868). Desde 2007, o prédio passou a funcionar como espaço cultural, recebendo exposições, eventos beneficentes e espetáculos, além de ser cenário de filmagens de propagandas, novelas, minisséries e filmes. O local ocupa a centralidade do quadro e chama a nossa atenção desde o primeiro momento pela sua harmonia. O equilíbrio das cores, principalmente dos azuis, vermelhos e amarelos na fachada do edifício e nas roupas dos transeuntes, ajuda a criar uma atmosfera de solidez e segurança. Talvez seja isso que torne a obra tão fascinante, pois a temática é tratada com a sobriedade que merece, mas sem um clima trágico. Parece que Dulce Martins já consegue apontar para o amanhã. Trata-se de um espaço incerto em que a máscara, enquanto não houver vacina ou cura da pandemia, será onipresente. O melhor caminho é ver o objeto como companheiro. Mesmo que alguns se sintam incomodados, é um caminho que propicia a recondução para uma nova normalidade.

Texto de Oscar D’Ambrosio. Ele é jornalista pela USP, mestre em Artes Visuais pela Unesp, graduado em Letras (Português e Inglês) e doutor em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e Gerente de Comunicação e Marketing da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Coordena o projeto @arteemtempodecoronavirus e é responsável pelo site www.oscardambrosio.com.br.

As obras da artista naïf Dulce Martins encontram-se à venda.

Contatos:
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WhatsApp: (13) 9 9121-7123

Rossana Araújo: Novas fotos

Fotos: A de montanha e prédios foi tirada em Montserrat, Espanha; a do mar foi em Tenerife, ilha da Espanha e a do pássaro foi no castelo de Montijuic, Barcelona, Espanha.

Graduada em engenharia química, mestre e doutora em ciências farmacêuticas, tudo na Universidade de São Paulo – USP. Atualmente trabalha na Receita Federal em São Paulo, capital.

Contato:
rossanaaraujo@gmail.com

Em breve nova temporada teatral de João Alexandre Matosinho e a Cia. Teatral Pequenos Grandes Atores

Fotos de Douglas Piton Photo (@douglaspitonph) – Fotógrafo de eventos, casamentos e ensaios.

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WhatsApp: (11) 9 8375-2127

Veja mais sobre a Cia. Teatral Pequenos Grandes Atores em: www.instagram.com/pequenosgrandesatores

Leya Mira Brander: Gravuras em metal

Leya Mira Brander materializa possibilidades de interpretação quase infinitas sobre diversos acontecimentos do mundo e sua esfera pessoal nas suas gravuras. A partir da técnica de reprodução de séries de desenhos por meio de uma matriz, no caso, o metal, “Leya cria um mecanismo que permite uma infinidade de novos arranjos para um conjunto de imagens que também pode ser aumentado”, conta Fernanda Pitta. Pequenas variações no desenho da matriz metálica “compõem um universo extenso e, quem sabe, infinito”, diz. São imagens, palavras e sensações que se articulam e recombinam sem nunca se repetir e que “se diferenciam apenas pela quantidade que guardam de um de seus componentes”.

Leia mais: www.leyamirabrander.com.br

Galeria Gravura Brasileira
Rua Ásia, 219, Cerqueira César, São Paulo, SP – CEP: 05413-030

Segunda a sexta: 14h00 às 18h00 ou com hora marcada

Contatos:
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