Bem leve

Bem leve leve, releve
Quem pouse a pele em cima de madeira
Beira beira, quem dera, mera mera, cadeira
Mas breve breve, revele
Vele, vele quem pese, dos pés à caveira
Dali da beira uma palavra cai no chão
Caixão dessa maneira
Uma palavra de madeira em cada mão
Imbuia, Cerejeira

Bem leve leve, releve
Quem pouse a pele em cima de madeira
Beira beira, quem dera, mera mera, cadeira
Mas breve breve, revele
Vele vele quem pese dos pés à caveira

Jacarandá, Peroba, Pinho, Jatobá
Cabreúva, Garapera

Uma palavra de madeira cai no chão
Caixão dessa maneira

Bem leve leve, releve
Quem pouse a pele em cima de madeira
Beira beira, quem dera, mera mera, cadeira
Mas breve breve, revele
Vele, vele quem pese, dos pés à caveira
Dali da beira uma palavra cai no chão
Caixão dessa maneira
Uma palavra de madeira em cada mão
Imbuia, Cerejeira

Jacarandá, Peroba, Pinho, Jatobá
Cabreúva, Garapera

Uma palavra de madeira cai no chão
Caixão, dessa maneira

Arnaldo Antunes (São Paulo, 2 de setembro de 1960) / Marisa Monte (Rio de Janeiro, 1 de julho de 1967). Canção de 1994

Autor: ematosinho

Eduardo Matosinho tem 61 anos, nasceu em Ourinhos - SP em 1964 e é economista e sociólogo com bacharelados pela Universidade de São Paulo (USP). É casado com Luiza Maria da Silva Matosinho e com ela tem um filho de nome João Alexandre da Silva Matosinho. Mora em São Paulo e trabalha na Galeria Pontes, dedicada à arte popular brasileira contemporânea (https://www.galeriapontes.com.br/), onde já está há 18 anos. Sempre apreciou pintar e pesquisar sobre a história da arte e seus artistas. Começou a estudar artes plásticas em sua juventude vivida em sua cidade natal com o professor Francisco Claudio Granja (1976-1978). Em São Paulo estudou desenho e pintura em cursos ministrados em um Ateliê Livre por Valdir Sarubbi (1980–1983 e 1998–2000) e pintura com Selma Daffrè (2000-2003).

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