Autor: ematosinho
San Bertini: “Memórias e viagens” e “A janela”
San Bertini, ou Sandra Bertini (1971), natural de São Paulo, iniciou os seus estudos de pintura em 1982 na Penha, com o Artista Professor César Sarau, com quem estudou durante sete anos.
– Liceu de Artes e Ofícios – Centro Cultural durante dois anos (1986 e 1987), estudos de História da Arte, Perspectiva, Anatomia e Modelo Vivo.
– Ateliê do paisagista Alexandre Reider, (2002 e 2003).
– Workshops de Modelo Vivo Avançado com Gilberto Geraldo de São Petersburgo (2003).
– Curso de Atelier de Técnicas e Manipulação de Tintas a Óleo, seus Vernizes e Pigmentos (2006), Centro Cultural Casa do Restaurador.
– Curso de Atelier de Técnicas e Manipulação de Tintas Acrílicas, seus Vernizes e Pigmentos (2006), Centro Cultural Casa do Restaurador.
– Curso de Pincéis (2007), Centro Cultural Casa do Restaurador.
– Bacharelado em Artes Visuais (escultura, pintura e gravura) no Centro Universitário Belas Artes de São Paulo (2008).
Profissionalmente em 1994 executou trabalhos de ilustração para a revista Alquimia, realizando a primeira exposição durante o lançamento da referida revista, no Centro Cultural Moriconi, em Suzano. Em 1995 criou e realizou a capa da revista Alquimia (nº 4 com o título Anjos – Mitos ou Realidades).
Em 1995 iniciou as suas atividades como professora de desenho e pintura.
Professora de desenho do Centro Cultural Casa do Restaurador (2006 a 2008).
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Silvana dos Santos Pereira: Mensagem bilíngue de final de ano
Silvana Marques dos Santos Pereira
Artista brasileira, residente em São Paulo, nasceu na Bahia, em um ambiente artístico, de uma família de artistas reconhecidos. Pinta desde a infância e ao longo de muitas décadas, exerceu atividade profissional como professora da Fundação Getúlio Vargas e empresaria, mantendo sempre a pintura como uma profunda necessidade pessoal. Há 3 anos conseguiu viabilizar dedicação exclusiva à pintura.
Desde muito cedo na infância frequentou os Ateliês de Candoca e Mario Cravo, onde aprendeu e praticou seus primeiros passos. Estudou artes em San Jose – Califórnia, em 1970/1971, foi introduzida ao óleo, pastel e aquarela. Frequentou a Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia – Curso livre – durante 1974-1976, onde foi orientada pelos professores Riolan Coutinho e Juarez Paraiso, aprofundando o estudo do retrato através da exploração de técnicas como a pintura a óleo, pastel seco e carvão vegetal. Na década de 80, com professor Carlos Fajardo aprofundou em arte moderna e abstrata. Atualmente desde 2019, estuda com professor Paulo Pasta, no Instituto Tomie Ohtake.
Ao longo de anos, desenvolveu principalmente retratos e recentemente tem explorado as dimensões abstratas através de pastel seco e paisagens com óleo sobre canvas.
Pinta de forma intuitiva, impulsionada por sua observação e sentimento empírico do mundo.
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Fernanda Fonseca: Suas viagens em retratos
Fotos de Fernanda Fonseca, psicanalista e admiradora da natureza.
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O livro “Cartas da alteridade” faz 2 anos
Em comemoração aos 2 anos da publicação do livro “Cartas da alteridade” selecionamos um novo poema em versão bilíngue para brindar essa data. Leiam:
Vermelho Campari
uma tarde de domingo, tantos anos e ainda agora
cigarros acesos, cinzeiros cheios, fazia sol lá fora
assim, bem triviais, ríamos tal qual deuses imortais
Campari com limão e o gelo resta inteiro no copo
o mar que se vê pela janela traz as mesmas ondas
o termômetro na calçada ainda marca os 37 graus
o vermelho do copo ilumina este tempo indiferente
assim será no ontem e neste silêncio aqui presente
Rojo Campari
una tarde de domingo, tantos años y aún ahora
cigarrillos prendidos, ceniceros llenos, afuera hacia sol
así, bien triviales, nos reíamos tal cual dioses inmortales
Campari con limón, el hielo sigue entero en el vaso
el mar que se ve por la ventana repite las mismas olas
el termômetro en la vereda aún marca 37 grados
el rojo del vaso ilumina al tiempo rojo indiferente
asi será en el ayer y en este silencio aqui presente
“Cartas da Alteridade” (Selo Demônio Negro, 2020), neste post com a tradução para o castelhano de Douglas Diegues.
Sobre autor
Edney Cielici Dias, poeta devotado ao ofício da palavra, é doutor em ciência política, economista, jornalista e editor.
Selo Demônio Negro
R$ 42,90
Frete grátis para todo o Brasil
www.facebook.com/cartasdaalteridade
Alex Červený: Novas pinturas
“Mano Poderosa”, 2022, 35 x 27 cm, óleo sobre linho e “Mangueira”, 2021, 35 x 27 cm, óleo sobre linho
Alex Červený por Suely Grisanti (trecho)
“O apuro técnico é um denominador comum na obra de Alex Červený. Ele não se prende a uma única técnica ou material: desenhos, esculturas, pinturas, bordados, colagens, cerâmicas, fotografias e gravuras, estão presentes em sua obra.
Como tema, utiliza-se de referências históricas, “algumas delas biográficas, como as figuras retorcidas e elásticas – lembranças de sua vivência de artista circense; outras literárias, e outras, ainda, dos meios de comunicação em massa, criando uma intrigada alegoria” (Bienal Naïfs, 2010).
Valoriza o processo de trabalho e o diálogo entre suas obras. Como resumiu o artista, “Eu me sinto mais um escritor que escreve imagens, me sinto mais um cronista que um artista. A tradição que me agrada na arte é essa de contar histórias, como retábulos, como os muros assírios que contam histórias de batalhas…”
Alexandro Júlio de Oliveira Cerveny nasceu em São Paulo em 1963. Seus pais, um arquiteto e uma professora especializada em ensino para cegos, foram os primeiros responsáveis por seu interesse pelas artes. O pai, apresentando e fornecendo a ele os vários materiais disponíveis para se expressar através do desenho e a mãe lhe ensinando que as pessoas poderiam ter diferentes formas de olhar e observar o mundo ao seu redor – as distintas formas de visão.
Iniciou seus estudos em uma escola de método experimental (Grupo Escolar e Ginásio Experimental Dr. Edmundo de Carvalho), na Lapa, que se destacava no meio pedagógico, graças à atuação de educadores e pesquisadores como Terezinha Fran, Diva F. Sgueglia, Ana Maria Popovic entre outros. A escola desde cedo lhe proporcionou uma abertura para novas ideias e para as artes.
Formação Artística
Nos anos 1970, conheceu Valdir Sarubbi, na ocasião seu professor de teatro no grupo Experimental. Como educador, Sarubbi incentivava seus alunos a desfrutarem da biblioteca e da discoteca que mantinha em seu ateliê, para desenvolverem o gosto pela literatura e música.
Com ele aprendeu que a arte – o desenho, a escultura, o teatro – deve expressar a percepção interior de cada um. Dizia ele que “o importante não é o engajamento do artista dentro da tendência ou movimentos específicos, mas uma visão aberta de quem olha a obra de arte para apreciá-la naquilo que ela apresenta de sensível, seja sobre que forma for” (Bittar, 2002). Essa ideia foi marcante para a formação de Alex Červený.”
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Aline Kawano: Novos trabalhos
Aline Carla Kawano
Nascida em 1987 na cidade de São Paulo, sendo criada a maior parte da vida em Goiás, desde criança foi incentivada pela mãe a desenhar, logo tomou gosto também pela costura passando a desenhar roupas e copiar modelos das revistas, um hábito que a acompanhou até a adolescência criando modelos de vestidos para as amigas usarem em eventos e passou a pintar telas. A carreira na área administrativa limitou as atividades artísticas em costuras e criação de roupas em crochê, só sendo retomado o gosto pelo desenho após a mudança para o estado do Paraná onde contato com a natureza fez voltar a tona o desejo de se expressar através do desenho.
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Jerônimo Miranda: “Alagoas meu olhar!”
Luiz Jerônimo Camelo Cabral, mais conhecido com Jerônimo Miranda, o popular “Dr.”, nasceu no dia 26 de janeiro de 1961 na cidade de Atalaia, Alagoas. Filho de Jerônimo Lopes de Miranda Cabral e Fernanda Camelo Cabral. Estudou o primário e ginásio em sua terra natal. Em Satuba fez o curso técnico de agropecuária. Em Maceió, no CESMAC, o Curso de Educação Artística (1986 – incompleto). Iniciou-se na produção artística realizando arranjos florais, com pintura à mão.
Artista plástico, autodidata, pesquisador, colecionador e marchand. Reside na cidade de Maceió desde 1989, onde veio a experimentar diversas técnicas do fazer artístico, tendo se concentrado nos últimos anos na pintura e na tapeçaria. Executa tapeçaria cuidadosa, prescindindo nos mais diversos materiais, com a consciência daquilo que expressa, mas sem perder o vigor na espontaneidade com que se mistura elementos cotidianos como um espelho, miçangas, cacos de vidro e uma calça jeans bordados lado a lado. Formado em agropecuária onde aprendeu a amar e respeitar a natureza, fonte de suas inspirações. Viveu e conviveu com o povo, desenvolvendo o gosto apurado pela arte de raiz.
Pinta e borda… Seus estandartes estão expostos no Museu Afrobrasil em São Paulo sob a curadoria de Emanuel Araújo. Além de exposições individuais e coletivas em Alagoas e alguns estados do Brasil, como na Bienal Naïfs de Piracicaba por duas vezes. Expondo tanto a pintura, como sua tapeçaria. Expôs na Espanha por três vezes sob a curadoria de Emanuel Araújo e a Galeria Estação de São Paulo.
Exposição individuais: 1982: Casa de Cultura de Atalaia; 1987: Casa de Cultura de Atalaia; 1991: Shopping Iguatemi e Unique Decorações; 1992: Produban – Agência Farol e Maceió Mar Hotel; 1994: Galeria Karandash; 1996: Secretaria da Cultura ( SP); Casa de Cultura Tomás Antônio Gonzaga, Ouro Preto (MG). Coletivas: 1990: II Art Nor, Sebrae; 1991: Casa de Cultura de Atalaia; 1995: Galeria Karandash ; INFOL – Maceió, onde criou a marca do Congresso e Promoções; Viva O Nordeste do Brasil; 2000: Porto Seguro – 500 Anos do Brasil; 2002: Arte Popular. Coleção Tânia de Maia Pedrosa, Museu Théo Brandão.
Como pesquisador da arte do homem do povo, descobriu e propagou vários artistas alagoanos nas principais galerias e Museus que dizem respeito a vertente popular. Interagiu e trocou conhecimentos com grandes intelectuais da cultura popular do Brasil, como : Joseph Baccaro, Janete Costa, Carlos Augusto Lyra, Lurdinha Vasconcelos, Tânia Pedrosa, Roberto Rugiero, Vilma Eid, Edna Matosinho de Pontes, Angela Mascelani, Guy Van de Beuque, etc.
Ele tem um estandarte exposto na coleção do Instituto Carlos Augusto Lira em Recife – PE sob a curadoria da antropóloga do Museu do Homem do Nordeste Ciema Silva de Melo.
Ele escreve: “Sou atalaiense radicado em Maceió, desde 1989, quando fui bruscamente surpreendido pelo transborno das Águas do Rio Paraíba do Meio. Sou ribeirinha, transborno das águas do Rio Paraíba do meio da cidade de Atalaia das Alagoas do Nordeste do Brasil, sou mistura das lagoas Mundaú e Manguaba, desemboquei no Atlântico das Alagoas onde aqui na Bela Maceió, capital das Alagoas entre troncos e barrancos, mesmo remando contra as ondas finquei minhas raízes… Aqui fiz meu ninho, virei pássaro!!!“
“As cores são minha obsessão, meu divertimento e meu tormento de todos os dias.”
Claude Monet
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Primavera em Presidente Epitácio: Vale a visita!
Fotos tiradas em Presidente Epitácio e enviadas via WhatsApp pelo primo Antonio Eduardo Silva (Toninho da Texaco).
Cris Rocha: Água e Paisagem
Cris Rocha
Bacharel em artes plásticas pela UFRGS, Porto Alegre, RS. De 1986 a 1991 no MAM, participou do atelier de litografia, com Maria Tomaselli, Anico Herskovits e Marta Loguércio, Porto Alegre, RS. Estudou pintura e desenho com Vera Wildner, Fernando Baril e Eduardo Cruz. Em 1998 participou de workshop de gravura em metal com Matilde Marin no “Taller de Gráfica Contemporánea”, Buenos Aires, Argentina. De 1992 a 1994 cursou pintura, com Paulo Pasta, São Paulo SP; e gravura, com Cláudio Mubarac, Museu Lasar Segall, São Paulo, SP. Em 2002 fez residência em Nürnberg por ocasião do projeto Brasil Adentro/ Alemanha; e em 2005 ministrou oficina de xilogravura “Projeto Lambe-lambe” no XIX Festival de Arte Cidade de Porto Alegre no atelier Livre da Prefeitura em Porto Alegre/RS.
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