100 anos de Carmita, minha mãe

No dia 25 de março, próxima quarta-feira, minha mãe se tornaria centenária caso estivesse entre nós. Foi tão cedo, em 1966, aos 40 anos… As missas pela sua alma serão realizadas neste dia, 25 de março, às 19 horas, na Paróquia Santa Teresinha, localizada na Rua Maranhão, 617 – Higienópolis, São Paulo – SP – Telefone: (11) 3660-1220. E dia 26, quinta-feira, será realizada às 19:30 horas uma missa em Ourinhos/ SP, onde minha mãe viveu e faleceu, na Paróquia Santo Antônio, localizada na Praça Ítalo Ferrari, s/n – Vila Odilon, Ourinhos – SP – Telefone: (14) 3322-4323, encomendada pela amiga Ana Maria Bengozi. Nesse mesmo dia 26, às 19:30 horas, haverá outra missa no Santuário Nossa Senhora Aparecida do Vagão Queimado, localizada na Av. Gastão Vidigal, 385 – Jardim Matilde, Ourinhos – SP – Telefone: (14) 3326-8890, encomendada pelo primo Rodrigo Martins Silva.

Viva Maria do Carmo Ferreira Matosinho, apelidada de Carmita (* Motuca/ SP, 25 de março de 1926 – + Ourinhos/ SP, 5 de abril de 1966)

Deixou saudades em seus queridos filhos Edna, Edson e Eduardo, parentes e amigos, entre os quais o Padre Rui Cândido da Silva (Carrancas – Minas Gerais, 24 de julho de 1923 – Ourinhos – São Paulo, 18 de junho de 1973 / Ordenação sacerdotal em 30 de setembro de 1962), saudoso pároco de nossa vila.

Autor: ematosinho

Eduardo Matosinho tem 61 anos, nasceu em Ourinhos - SP em 1964 e é economista e sociólogo com bacharelados pela Universidade de São Paulo (USP). É casado com Luiza Maria da Silva Matosinho e com ela tem um filho de nome João Alexandre da Silva Matosinho. Mora em São Paulo e trabalha na Galeria Pontes, dedicada à arte popular brasileira contemporânea (https://www.galeriapontes.com.br/), onde já está há 18 anos. Sempre apreciou pintar e pesquisar sobre a história da arte e seus artistas. Começou a estudar artes plásticas em sua juventude vivida em sua cidade natal com o professor Francisco Claudio Granja (1976-1978). Em São Paulo estudou desenho e pintura em cursos ministrados em um Ateliê Livre por Valdir Sarubbi (1980–1983 e 1998–2000) e pintura com Selma Daffrè (2000-2003).

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