Autor: ematosinho
Pensado em fins de 88
Não pensar em nada
é não ter preocupação
Pensar muito é tentar
pensar em tudo
(Que é incompreensível)
Isto é preocupação
e ter agonia…
Em que pensar?
Gabriel Wilsen: Sete cerâmicas desse promissor artista da argila
“Reflexão
O que é arte? Água, terra, fogo, oxigênio.
Todos nós nos perguntamos da onde viemos e para onde vamos. Dificilmente sabemos o que fazemos aqui. Eu “um” ser mais “um” nessa terra. Dificilmente ou talvez nunca encontrará essa resposta que todos querem saber. Até lá uso todo o poder da minha mente, dos meus cinco sentidos, do meu corpo e alma para criar pensar agir.
Pediram para fazer uma biografia sobre mim e no final acabei fazendo uma reflexão. Chamam o Gabriel Neto de sobrevivente do holocausto, nascido no Brasil. Meus avós foram muito bem recebidos no Brasil por esse povo maravilhoso. E aqui no Brasil observo o povo, as suas origens, suas alegrias e tristezas e vejo o que é errado e o que é certo. Observo observo observo. Realmente lidar com a terra e as cores não é uma tarefa fácil mais um pouco de paciência, elegância e prática tudo pode acontecer. Arte pode ser vista hoje e destruída amanhã…”
Gabriel Wilsen – Ceramista autodidata
Contato:
WhatsApp: (11) 9 2006-9616
Começou com 3 anos: 2 pinturas de João de 2009 e 1 de 2010 e 1 de 2014
Passa neguinha
Passeio – 20
De um exílio passado entre a montanha e a ilha
Vendo o não ser da rocha e a extensão da praia.
De um esperar contínuo de navios e quilhas
Revendo a morte e o nascimento de umas vagas.
De assim tocar as coisas minuciosa e lenta
E nem mesmo na dor chegar a compreendê-las.
De saber o cavalo na montanha. E reclusa
Traduzir a dimensão aérea do seu flanco.
De amar como quem morre o que se fez poeta
E entender tão pouco seu corpo sob a pedra.
E de ter visto um dia uma criança velha
Cantando uma canção, desesperando,
É que não sei de mim. Corpo de terra.
Hilda Hilst (Jaú, São Paulo, 21 de abril de 1930 — Campinas, São Paulo, 4 de fevereiro de 2004). In “Exercícios”. São Paulo: Editora Globo, 2001
Beno Ink: Queen’s gambit, The path e Liquid machine
“Apresento novidades! Estou cada dia aprendendo mais sobre esse mundo artístico e como criar uma carreira nele. Não sou muito fã de redes sociais, então eu estou agora mantendo o YouTube e o site apenas. Tenho recebido críticas, mas é o que eu acredito e fico mais à vontade em cuidar. Vamos ver como as coisas se desenrolam.”
E acrescenta:
“Se você for daqui a região de Botucatu-SP você poderá encontrar artes minhas exclusivas, originais e cópias assinadas, nessas lojas:
– Vilarejo
– Feira Cultural Demétria (no 2º sábado de cada mês no bairro Demétria)
Obrigado por acompanhar todo esse movimento! Agradeço a todos pelo apoio! ❤️
Meu canal no YouTube:
https://youtube.com/@beno.inkart?si=HJKGc7udCP5qAp3
E meu site com artes à venda“:
Beno Ink
Contatos:
beno.inkart@gmail.com
WhatsApp: (11) 9 6068-5300
Passei de ano
A alma dos vinte anos
A alma dos meus vinte anos noutro dia
Senti volver-me ao peito, e pondo fora
A outra, a enferma, que lá dentro mora,
Ria em meus lábios, em meus olhos ria.
Achava-me ao teu lado então, Luzia,
E da idade que tens na mesma aurora;
A tudo o que já fui, tornava agora,
Tudo o que ora não sou, me renascia.
Ressenti da paixão primeira e ardente
A febre, ressurgiu-me o amor antigo
Com os seus desvairos e com os seus enganos…
Mas ah! quando te foste, novamente
A alma de hoje tornou a ser comigo,
E foi contigo a alma dos meus vinte anos.
Alberto de Oliveira (Saquarema, Rio de Janeiro, 28 de abril de 1857 — Niterói, Rio de Janeiro, 19 de janeiro de 1937). In “Poesias, 4ª série”, 1928
Parísina SempreViva: Técnica mista, desenho, bordado, pintura e aplicação
“Este ano fui selecionada para FIAN (Festival Internacional de Arte Naif) da Paraíba com 2 obras. A abertura foi no Museu Municipal de Guarabira, depois foi para a Caixa Cultural de Fortaleza e em breve (semana que vem) estará em Brasília também na Caixa Cultural. Também está circulando a exposição MamAfrica que semana que vem abrirá no Museu do Porto em Santos, depois irá para Brasília e finalizará em Cuba. Já esteve em Salvador. Na exposição MamÁfrica sou a artista representante do estado de Minas Gerais e do Vale do Jequitinhonha. No primeiro semestre também participei da exposição Estado da Arte, do Estado de Minas Gerais , em Belo Horizonte, Expominas com algumas obras representando o Vale do Jequitinhonha, nossas apanhadoras de flores sempre-vivas. Mês passado participei da 50 Semana de Portinari, no Museu casa de Portinari com vários artistas, mais de 300 obras e as minhas foram umas das premiadas pelo júri técnico. Para dezembro participarei de uma exposição sobre Presépios na Paraíba a convite do curador Geo Oliveira do Museu do Artesanato Paraibano . Tenho feito muitas fotografias bordadas de Diamantina e região. Também estou participando como uma das artistas da Galeria da Chica aberta recentemente em aqui em Diamantina.”
Parísina SempreViva
Professora de Artes / Artista Visual / Pesquisadora / Curadora / Poetisa Brincante/ Ilustradora/ Mestra Bordadeira
Parísina Éris Ilíade Tameirão Ribeiro mora em Diamantina – MG é professora de Artes da rede estadual de Minas Gerais. Já atuou na cadeia têxtil em Brusque – SC com as empresas Colcci, Buetner, entre outras. É licenciada e pós-graduada em Artes Visuais, bacharel e pós-graduada em Administração de Empresas-Gestão Humana.
No ateliê Parísina SempreViva desenvolve obras de arte, acessórios de moda e joalheria artesanal, produtos artesanais de identidade cultural em bordados, pinturas, fotografias e técnicas mistas.
Participa do cenário nacional e internacional com exposições coletivas e individuais em Arte Naïf e Têxtil além de ser conselheira de cultura.
Sua grande paixão são os temas Patrimônio Material e Imaterial, Arte Popular em especial as mineiras e as catarinenses.
Contatos:
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www.instagram.com/ribeiroparisina
parisinaribeiro@hotmail.com