Ouça o novo single de Leon Adan: Meu Maracá, feat Nilton Junior

A musicalidade difundida pela cultura dos mestiços do sertão e a percussividade de Leon Adan é um marco entre a tradição e a contemporaneidade, principalmente com a participação especial do Nilton Junior, ambos pernambucanos, Leon Adan e o fundador do Coco de Toré Pandeiro do Mestre celebram neste lançamento, o ritual da força da natureza, a ciência ancestral e a potência eletrônica com a produção musical assinada por Leo Gumiero.

“Eu já havia visto vários shows do Nilton Junior e marcou demais o início da minha trajetória como artista e influenciou a minha sonoridade. Estando fora da minha terra e retomando o meu processo artístico, ao assistir um show dele em Curitiba, percebi ele como essa potência completamente distinta daquilo que eu vivenciava no sul. A conexão dele com a tradição e a forma como ele se dedica a cultura popular para manter viva esta história, tocando e ainda cantando, é uma potência inspiradora para a composição desta canção”, rememora Leon Adan sobre a composição realizada em 2019.

Enaltecidos pela ancestralidade afro-indígena e a cultura popular, o single é uma declaração poética sobre a certeza de dois artistas que entendem a necessidade de mostrar para novos públicos o quanto o atual momento da música também pode ser influenciado pela riqueza dos povos e das culturas originárias.

“O Nilton é descendente dos Xukuru que é uma etnia indígena presente em Pernambuco. Então, a música fala sobre a ancestralidade e a cultura popular. E essa relação do maracá que é um símbolo dos povos indígenas do nordeste pela manifestação do ritual do toré é uma simbologia muito importante para a ritualidade e para a comunicação entre o mundo dos espíritos e dos homens. Então, é extremamente significativo para mim”.

Ficha Técnica de Meu Maracá

Composição: Leon Adan
Produção musical: Leonardo Gumiero
Voz: Leon Adan; Nilton Junior
Percussões: Leon Adan; Nilton Junior
Sintetizadores: Leonardo Gumiero
Vocais: Dayá, Júlia Moretti e Paula Quintella
Arte de capa: Leco Brasileiro
Foto: Amanda Sartor
Marketing Estratégico: Patrícia Vaz
Assessoria de imprensa: Cabana Assessoria

Crédito: Amanda Sartor

Música indicada para o blog pela artista pernambucana Rosário Carvalho, que comenta: “A propósito ele é meu filho (Leon Adan), não sei se tinha falado antes. Gostei muito do texto. Grata amigo”.

Eva Pralon Catelli: Roque de Mingo

Minha querida amiga da sociologia USP Eliana Pralon convida e escreve via WhatsApp: “Minha filha Eva Pralon Catelli faz arte, crítica e curadoria (…) e estará lançando essa publicação, resgatando um pouco da história de nossos escultores.”

Roque de Mingo – Eva Pralon Catelli e Regina M. da Costa (Organizadoras) – Ed. Independente

Shopping Pátio Higienópolis – 22 de junho das 18 às 21 horas

“Roque de Mingo iniciou sua atuação artística na década de 1910, quando inaugurou sua primeira mostra individual e realizou o Monumento aos Heróis da Aviação, em São Paulo. No decênio seguinte, abriria as portas de uma das maiores fundições artísticas do Brasil. Além disso, seguiria ativo em sua carreira como escultor, participando regularmente do Salão Paulista de Belas Artes. Basta relacionar estes fatos para concluir que conhecer Roque de Mingo significa conhecer melhor a história da escultura paulista.”

Shopping Pátio Higienópolis
Av. Higienópolis, 618 – Higienópolis
São Paulo, SP 01238-000 Brasil
Telefone: (11) 3660-0230

Leia mais: https://bit.ly/3wWlFmt

“Caduca – o que devemos lembrar” na Vila Nova Cachoeirinha – SP

Fábrica de Cultura. Vila Nova Cachoeirinha. 8/6 às 19h. Com Cia. Vozes Diversas (@vozesdiversas).

Em Caduca, acompanharemos a história de uma mulher que, em 1968, viu um anúncio para um teste, mas não foi fazê-lo e tempos depois, ao mexer em seus guardados, ela, que agora apresenta sintomas de demência senil, reencontra o anúncio e resolve fazer a viagem.

O espetáculo foi inspirado na história das atrizes Lizette Negreiros e Cleide Queiroz, que, em 1968, fizeram a viagem de Santos para São Paulo a fim de participar do teste de elenco de “Morte e Vida Severina”, montagem do livro de João Cabral de Melo Neto e dirigido por Silney Siqueira para a Companhia Paulo Autran.

Com Yanna Porcino (@yannaporcino), uma jovem mulher negra com cabelos fartos e crespos, Theodora Ribeiro (@ribeirotheodora), uma mulher idosa, negra de pele clara, cabelos curtos cacheados e brancos e Eliane Weinfurter (@eli_weinfurter), uma mulher negra de pele clara com cabelos cacheados e grisalhos. A dramaturgia e direção é de Cintia Alves (@cintiaalvesdramaturga).

✨ O espetáculo será bilíngue Português e Libras e terá áudio narração ✨

Cintia Alves – Nascida em 1972, dramaturga, roteirista, diretora teatral e pesquisadora de acessibilidade estética. Gestora do Museu Vozes Diversas na internet e do Grão Arte e Cidadania (@somosgrao) no Instagram.

📆 8/6, às 19h
🏭 Fábrica de Cultura – Vila Nova Cachoeirinha
Rua Franklin do Amaral, 1.575 – Vila Nova Cachoeirinha – SP
Horário de funcionamento:
Terça a sexta-feira, das 9h às 22h
Biblioteca
Terça a sexta-feira, das 9h às 19h. Sábado e domingo, das 12h às 17h
Telefone: (11) 2233-9270
Fale conosco: contato@fabricasdecultura.org.br

#culturasp #fabricasdecultura

De Cintia Alves veja também: https://bit.ly/3XcMEVx

Espetáculo “Nós vamos fazer uma peça de teatro”. Ela comenta em seu Instagram sobre essa peça teatral que “a estreia será amanhã, 07/07/2024, às 14h, no CEU das Artes, em Araraquara.” E acrescenta: “Foi então que surgiu a ideia: por que não falar dessas dificuldades? Do desafio de fazer teatro, essa arte antiga, em um mundo cada vez mais digital. Assim nasceu “Nós vamos fazer uma peça de teatro”.”

CEU das Artes Araraquara
Rua Cabo Polícia Militar Benedito Vieira Goes, 340
Jardim São Rafael II, Araraquara – SP
Telefone: (16) 3333-3549

Ana Veloso convida para a exposição coletiva “Sombras da mata”

Segundo a artista paraibana de Mamanguape, e pernambucana desde muito, Ana Veloso a proposta da exposição “Sombras da mata” é fazer “no mesmo espaço artistas profissionais e artistas da comunidade residentes do ateliê” interagirem “o tema ‘Um alerta para a Mata Atlântica’, representado por bandeiras pintadas com as matas e os mitos que a envolvem; e pelos animais construídos a partir de caixas de papelão com texturas de pó de serra”.